JESUS CRISTO

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domingo, 29 de abril de 2012

O Sacramento da Confissão




Porque devemos nos confessar.

Deus, no seu amor paternal, deseja que todos os pecadores voltem para junto dele. Ele quer que nos afastemos dos nossos pecados, que nos convertamos a ele, nosso supremo Senhor e fim eterno. Jesus Cristo nos diz no Evangelho: “Fazei penitência, pois o Reino dos Céus está perto.” (Mat. IV, 17).

Mas para nos ajudar a fazer a penitência, Deus nos dá uma virtude especial para que tenhamos forças para nos arrependermos de nossos pecados. Essa força especial é a Virtude de Penitência.

Pela virtude de Penitência, que Deus coloca no nosso coração, Ele nos leva a reconhecer toda Sua bondade, toda Sua santidade e como nós O ofendemos e O deixamos triste quando cometemos nossos pecados. Só mesmo conhecendo a Santidade, a Justiça e o Amor de Deus é que podemos reconhecer como nossos pecados ofendem a Deus.

Deus quer que tenhamos grande arrependimento por nossos pecados.

O que quer dizer “se arrepender”?

Arrepender-se quer dizer não querer de maneira nenhuma continuar com a alma manchada pelo pecado, sentir uma dor profunda por ter traído a bondade de Deus, ter ofendido e entristecido a Deus, que nos ama tanto.

Na nossa família nós temos um bom exemplo do que é o arrependimento, quando deixamos nossos pais tristes e ofendidos. Logo vem aquela dor, aquela vergonha e, ao mesmo tempo, a certeza de que eles vão nos perdoar, se pedirmos desculpas, porque sabemos que eles nos amam muito. Com Deus também acontece assim. Com essa diferença: o arrependimento dos nossos pecados nos abre novamente as portas do Paraíso, nos devolve a amizade com nosso Deus, que morreu na Cruz para nos salvar.

Mas se não tivermos o arrependimento, será que Deus nos perdoará dos nossos pecados? É fácil perceber que sem um sincero arrependimento, Deus não pode nos perdoar.

Há vários tipos de arrependimento pelo pecado:

- Arrependimento humano: estamos arrependidos porque temos medo do castigo que receberemos de nossos pais. Esse arrependimento humano nada adianta para o perdão dos pecados.

- Arrependimento imperfeito: chama-se também contrição imperfeita ou atrição – estamos arrependidos porque temos medo do castigo de Deus.

- Arrependimento perfeito: chama-se também contrição perfeita – estamos arrependidos não mais por causa do castigo dos pais ou de Deus, mas porque ofendemos a Deus, traímos o amor de Deus, nosso Pai tão bom e amoroso, nosso Redentor e Salvador. Esta dor é chamada perfeita porque vem do amor que sentimos por Deus. É essa contrição perfeita que nós manifestamos quando rezamos o Ato de Contrição. Devemos saber de cor o Ato de Contrição para rezá-lo no confessionário e também em todos os momentos de tentação e perigo de nossa vida.

“Meu Deus, eu tenho muita pena de ter pecado, pois ofendi a Vós, meu sumo Bem, e mereci os castigos de Vossa justiça. Perdoai-me, Senhor, não quero mais pecar”.

Existe um Ato de Contrição mais bonito e mais completo:

«Senhor meu Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro, criador e redentor meu, por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me Senhor, de todo o meu coração de Vos ter ofendido; pesa-me também de ter perdido o céu e merecido o inferno; e proponho firmemente, ajudado com o auxílio da Vossa divina graça, emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Espero alcançar o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. “Amém.»

Porém, só o arrependimento não basta! É preciso que ele seja acompanhado pelo bom propósito. O que é o propósito?

É a vontade firme e sincera de não mais cometer aquele pecado.

Se tivermos a contrição perfeita e o firme propósito de não mais pecar, devemos esperar com toda confiança o perdão de Deus. Ele é infinitamente misericordioso, chegando até a enviar seu Filho, o Verbo Encarnado, Jesus Cristo, para morrer pagando nossos pecados.

Essa virtude de Penitência não serve apenas para que nasça em nosso coração o arrependimento e a dor por ter pecado. Ela nos ajuda ainda a realizar certos atos exteriores, as obras de penitência, que servem para diminuir a pena do Purgatório, que teremos de pagar antes de irmos para o Céu; serve para dominar nossas más inclinações, nossos defeitos dominantes; e, também, para nos fortificar no bem.

São obras de penitência: rezar, jejuar, dar esmolas, suportar com paciência os sofrimentos e contrariedades, aceitar os incômodos da vida. A melhor obra de penitência é receber o Sacramento da Penitência, que é a Confissão.

A Tentação, o Pecado e o Sacramento da Confissão

Deus quer que a nossa vida aqui na Terra seja um tempo de provação, para podermos alcançar a glória do Paraíso, não somente como um presente, mas também como prêmio pela vitória. Por isso Ele permite que sejamos tentados e mesmo que, por nossa fraqueza, façamos pecados, pondo assim em risco a nossa Salvação Eterna.

A Tentação

Quando Jesus foi tentado no deserto, levou-o o demônio a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e sua glória e disse-lhe: “— Tudo isso lhe darei se, prostrado em terra, me adorares. Respondeu-lhe Jesus: Afasta-te Satanás! Pois está escrito: adorarás ao Senhor teu Deus e só a Ele servirás. Então o demônio o deixou e eis que vieram os anjos e O serviram.” (S. Mateus, IV, 8-11).

Enquanto vivermos na Terra estaremos sujeitos à tentação. O demônio emprega toda sua astúcia e maldade para fazer com que pequemos e nos condenemos para sempre.

Deus permite a tentação. Ele quer nossa vitória, mas ao mesmo tempo Ele quer que nós saibamos reconhecer nossa fraqueza ficando humildes: a luta deve também nos fortificar para que nossa recompensa seja, um dia, ainda maior.

Deus nos ajuda na tentação. Ele é fiel: se Ele permite que sejamos tentados, Ele também nos dá as graças para vencer a tentação. Deus está sempre do nosso lado.

Como fazer quando somos tentados?

Devemos resistir imediatamente à tentação e invocar o auxílio de Deus. Às vezes bastará uma oração jaculatória ou o Sinal da Cruz. Muitas vezes o melhor é não fazer caso da tentação, ocupar-se com alguma outra coisa e acabar esquecendo o pecado. Devemos evitar as más companhias que podem nos conduzir às ocasiões de pecado.

Sentir uma tentação é pecar?

Não. Só haverá pecado se nós consentirmos na tentação, ou seja, se nós aceitarmos o pecado que a tentação propõe. Mas já é pecado se nos expusermos à tentação ou não a combatermos com fervor.

Para a minha vida: Na tentação direi: Nunca, Jamais! E rezarei: Senhor ajudai-me!

A tristeza e o abatimento são os maiores aliados da fraqueza e do mal. Por isso sejam sempre alegres.

Os Santos nos ensinam:

“Quem não é tentado não é provado: quem não é provado não progride” (Sto. Agostinho).

“Quanto mais se luta, mais se demonstra o amor a Deus” (Santa Tereza D’Ávila).

“Se nos deixarmos levar pela mão de Deus, venceremos o demônio: se combatermos sozinhos, seremos vencidos” (Santo Agostinho).

O Pecado

Muitas vezes não damos ouvidos aos conselhos de Deus, mas consentimos na tentação. Pecamos contra Deus, Sua vontade e Sua ordem. Desobedecemos à Lei de Deus com consciência, querendo fazer o pecado.

O pecado pode ser mortal ou venial.

O Pecado Mortal – O pecado mortal é um pecado sobre matéria grave, onde desobedecemos aos mandamentos de Deus ou da Igreja. Para ser mortal, deve haver matéria grave e vontade firme de pecar.

O que quer dizer matéria grave? Vamos dar um exemplo. Todos sabem que roubar é pecado. Se você rouba uma bala de um amigo da escola, a matéria do pecado é leve, é muito pouca coisa. Se você rouba um saco de balas ou a carteira de dinheiro, a matéria do pecado é grave.

O que quer dizer vontade firme? Dizemos também: ter pleno consentimento do pecado. Ou seja, você sabe perfeitamente que aquilo é pecado, você poderia recusar, mas você faz assim mesmo. Todas as vezes que fazemos algo contra os dez mandamentos da Lei de Deus e contra os cinco mandamentos da Igreja, em que há matéria grave e pleno consentimento, cometemos pecado mortal.

O pecado mortal é uma grave injúria que se faz a Deus. Com o pecado mortal o homem se rebela contra seu Criador e Senhor. Deste modo, ofende a Deus, Santidade infinita, e retribui com a mais vergonhosa ingratidão ao amor de seu bondoso Pai e de seu Redentor crucificado.

O pecado mortal é, ao mesmo tempo, uma terrível desgraça para o homem: rouba-lhe a vida da graça e a amizade de Deus: ele perde todos os méritos que já tinha ganhado; passa a merecer a condenação eterna do inferno e os castigos temporais. Enquanto o pecador não se arrepender, estará morto para o Céu.

“É impossível que venha a cometer um pecado mortal o homem que reza com verdadeiro fervor e continuamente invoca a Deus“ (S. João Crisóstomo).

O Pecado Venial - É o pecado que não nos afasta inteiramente de Deus, mostra certa negligência do nosso amor e serviço de Deus, mas não chega a ser uma grave traição. Esses pecados podem ser perdoados sem a Confissão, bastando rezar um Ato de Contrição, pedir sinceramente perdão a Deus e não querer fazer mais aquilo. Deus perdoa assim o pecado venial. Eles não acarretam a morte eterna e o inferno, mas não deixa de ferir nossas almas e aumentar o tempo do Purgatório.

Comete-se pecado venial quando se peca em matéria menos grave, como por exemplo, o que vimos do roubo de bala. Podemos cometer pecado venial também por falta de vontade firme de não pecar.

Por isso, a grande importância da Confissão freqüente. Mesmo que estejamos arrependidos de ter feito algo que consideramos errado, o melhor que temos a fazer é nos confessarmos. Na Confissão, o Padre poderá esclarecer todas as nossas dúvidas, e certamente ficaremos mais tranqüilos e felizes por recebermos a Santa Comunhão e vivermos em constante estado de graça.

Mas não é porque o pecado venial seja leve que podemos viver pecando assim. Todo pecado, mesmo venial, é uma ingratidão para com nosso Pai Celeste. Devemos nos esforçar para evitar também os pecados veniais. Além disso, eles nos prejudicam, principalmente quando os cometemos deliberadamente. Perdemos por causa deles muitas graças e diminui em nós o amor de Deus e o gosto pelo Bem. E, depois, com a alma enfraquecida com muitos pecados veniais, logo virão pecados mortais. Como todo pecado, o pecado venial nos traz penas temporais que teremos de pagar ou com nossos sofrimentos aqui na Terra ou com muito sofrimento no Purgatório.

Para minha vida: Quando, na tentação, me vier um pensamento assim: ... Afinal, isso não passa de um pecado venial, responderei a mim mesmo: o Divino Salvador na Cruz teve de sofrer também pelos pecados veniais.

O Sacramento da Confissão

1) A Instituição do Sacramento da Penitência

Na tarde do dia da Ressurreição, apareceu Jesus aos Apóstolos e lhes disse: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim envio-vos eu. Depois destas palavras soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo. A quem perdoares os pecados, lhes serão perdoados, e a quem os retiverdes, lhes serão retidos” (Evangelho de São João, Cap. XX, 19-23).

Jesus Cristo, no seu amor, vem em auxílio do pecador por meio de um Sacramento especial. Durante sua vida terrena, perdoou aos pecadores arrependidos, e na Cruz expiou a culpa de toda a humanidade. No dia da sua Ressurreição, deu aos Apóstolos e aos seus sucessores no sacerdócio, o poder de perdoar os pecados em seu nome. Instituiu assim o Sacramento da Confissão ou Penitência e o confiou à sua Igreja.

2) Quando devemos nos Confessar

Devem receber o Sacramento da Penitência todos aqueles que cometeram algum pecado mortal depois do Batismo. Não há obrigação de confessar os pecados veniais, pois estes podem ser perdoados também de outros modos, como fazendo um Ato de Contrição perfeito, rezando devotamente um Confiteor, fazendo uma boa ação por amor a Deus. Mas é muito útil confessarmos também deles, pois na Confissão Jesus Cristo vem em nosso auxílio por meio de abundantes graças próprias deste Sacramento, por exemplo, forças especiais para não pecar novamente. É, pois, muito útil confessar regularmente, mesmo os pecados veniais.

Além de confessar os pecados mortais e os pecados veniais, a Confissão também serve para expor uma dúvida que esteja nos afligindo, para pedir um conselho ao Padre, para pedir uma explicação. Essas coisas podem ser ditas em outra hora, mas o confessionário ajuda a conversar sobre a vida espiritual e moral.

3) A Forma e a Matéria da Confissão

Jesus Cristo ordenou que no Sacramento da Confissão, os pecados fossem perdoados ou retidos, ou seja, não perdoados ou deixados para uma próxima Confissão. Cabe ao Padre julgar, como juiz que ele é, se há verdadeiro arrependimento. Como o Padre não pode adivinhar os nossos pecados, nós devemos confessá-los, ou seja, declará-los, dizê-los claramente, sem esconder nenhum deles. O nosso pecado assim dito diante do Padre constitui a matéria do Sacramento da Confissão.

Depois que confessamos, arrependidos, os nossos pecados, o Padre nos absolve com as palavras da forma do Sacramento: Eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Vemos assim que é preciso três coisas principais neste Sacramento: a matéria (os pecados confessados), a forma (absolvição pelo Padre) e o arrependimento.

4) Os efeitos da Confissão

Quando o Sacerdote nos absolve, Jesus Cristo, nosso Redentor, nos perdoa todos nos nossos pecados. Nós, que estávamos afastados de Deus pelo pecado, somos reconciliados com o Pai Celeste, pelo perdão do pecado e da pena eterna. A Confissão nos restitui, nos devolve a graça santificante, a amizade de Deus, bem como os méritos que perdemos por causa do pecado. A Confissão nos traz muitas forças para não mais pecar.

A pena eterna nos é perdoada. O que isso quer dizer?

Quando cometemos um pecado mortal, ficamos sujeitos a dois tipos de castigo:

- a pena eterna, que é a condenação ao inferno, onde nunca se vê a Deus e onde se sente ódio de Deus, de si mesmo e de todos;

- a pena temporal, que é o sofrimento do fogo que queima as almas do inferno.

Quando nos arrependemos do pecado e recebemos a absolvição, somos imediatamente perdoados da pena eterna, ou seja, não vamos mais para o inferno. Mas continuamos sujeitos à pena temporal, ao fogo. Para pagar esta pena temporal e poder entrar no Céu perfeitamente puras, as almas passam pelo Purgatório. Lá elas sofrem muito, sofrem também no fogo, mas este sofrimento tem a consolação de se saber que em breve estarão no Céu, na Felicidade Eterna, vendo a Deus face a face e podendo amá-lo e adorá-lo eternamente. Mas as almas do Purgatório sofrem muito. Por isso devemos rezar muito por elas, pedindo a Deus, a Nossa Senhora, a São Miguel Arcanjo, que levem estas almas sofredoras para o Céu.

Mas Deus nos ajuda também para diminuir o tempo que devemos passar no Purgatório. Como?

Ele permite que nós tenhamos muitos sofrimentos aqui na Terra. Quando somos católicos e conhecemos todas estas coisas que estamos estudando, aprendemos a oferecer estes sofrimentos a Jesus, em vez de ficarmos reclamando e praguejando contra Deus.

Nossas orações também servem para diminuir nossa pena temporal. Por isso, na Confissão, o Padre nos dá a penitência. Esta oração, ou a obra que o Padre nos manda fazer (jejum, esmola, sacrifício) serve para diminuir nossa pena temporal. Por isso, em vez de desejarmos penitências pequenas e rápidas, devemos nos alegrar quando o Padre nos pede algo que devemos fazer com algum esforço, pois estaremos diminuindo mais a nossa pena temporal.

5) Como devemos nos Confessar

Exame de consciência. Devemos rezar ao Divino Espírito Santo para que Ele nos ilumine sobre nossos próprios pecados. Refletimos, procuramos nos lembrar de todos os pecados que cometemos desde a última Confissão. Podemos ter ofendido a Deus por pensamentos, por atos pecaminosos, por omissões no nosso dever.

Devemos nos lembrar do pecado, mas também do número de vezes que o cometemos e de alguma coisa que possa ter agravado ou diminuído a gravidade do pecado. Tudo isso devemos dizer ao Padre.

Quando já sabemos mais ou menos o que vamos dizer ao Padre, nos aproximamos do confessionário com respeito e recolhimento. Muitas crianças não entendem bem que a Confissão é uma cerimônia religiosa, um rito, e não uma conversa com o Padre. Estamos ali diante de Deus.

Pedimos a benção ao Padre, dizemos quando foi nossa última Confissão, e dizemos todos os pecados, uma após o outro, com o número e algum detalhe importante, sem alongar muito os detalhes que nos levaram a cometer o pecado. Se for necessário algum detalhe a mais, o Padre perguntará. Não podemos esconder nenhum pecado grave, pois isso tornaria a Confissão inválida e estaríamos abusando da bondade de Deus. Muitas pessoas, por vergonha, escondem algum pecado. O Padre, que não pode adivinhar, dá a absolvição, mas Deus não perdoa uma alma mentirosa. Depois aquela pessoa vai para a Missa e ainda comunga, cometendo o pecado de sacrilégio. Tenhamos sempre sinceridade nas nossas confissões.

Quando terminamos de confessar, ouvimos os conselhos do Padre. Sempre aprendemos alguma coisa boa para nossa alma nesta hora. Prestemos muita atenção! E procuremos agir segundo estes conselhos, principalmente quando se trata de reparar algum mal causado aos outros, como pedir desculpas a alguém, devolver algo roubado, etc. O Padre, nesta hora, nos dará a penitência, que rezaremos assim que possível, de preferência logo após a Confissão, em união à Paixão de Nosso Senhor. Depois, ele nos manda rezar o Ato de Contrição. Enquanto rezamos, ele nos dá a absolvição, que termina com esta bela oração:

«Que a paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, os méritos da bem-aventurada Virgem Maria e de todos os Santos, e tudo o que tiverdes feito de bom e suportado de mal, vos seja aplicado para a remissão dos pecados, aumento das graças e para a recompensa da vida eterna. “Amém.»

Que Deus não permita que nos afastemos algum dia da prática da Confissão regular, meio seguro de alcançar a salvação eterna!
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sexta-feira, 27 de abril de 2012

É Tempo de Despertar




É urgente que façamos uma reflexão de nossas vidas, atitudes e ações e que tomemos uma decisão.

Será que seremos capazes de construir a fraternidade e a paz? Saberemos corrigir e superar os erros do passado? Enfim, são perguntas que muitas pessoas fazem a todo o momento.

Como poderemos ter esperança e certeza de dias melhores? Conheço pessoas que já de cara descartariam qualquer possibilidade, dizendo que não tem como sonhar com um mundo melhor, pois a cada momento cresce a onda de imoralidade, insegurança e injustiças. Diante disso as pessoas estão sem esperança, desanimadas, inconformadas e acomodadas.

Infelizmente elas se refugiam no individualismo total; assumindo sem restrições um estilo de vida consumista, oportunista e hedonista; há os que não acreditam em mudanças. E graças a Deus há os que acreditam e partem para as ações concretas.

Há os pessimistas de plantão. Por onde andam semeiam a semente da desilusão e da discórdia. Mas Louvado seja Deus, há os que ainda têm fé na humanidade e acredita na possibilidade de se construir nesta terra um mundo mais humanizado, uma sociedade marcada pela solidariedade. É normal que essas pessoas sejam tachadas de sonhadoras e alienadas. Mas que seja!

De fato, quem não sonha com algo que acredita, que vale a pena lutar, viver trabalhar e doar-se, não merece viver. A construção de um mundo mais fraterno e uma sociedade mais humanizada é obra para todos e se tornará realidade quando cada pessoa fizer sua contribuição.

Acredito que não devemos ignorar a marca do pecado no coração do homem, pois tal atitude seria de muita ingenuidade, já que nada fará apagar essa marca, isso humanamente falando.

Somente o Evangelho Vivo, marcado e selado no coração humano é capaz de dar resposta satisfatória a tantas interrogações que perpassa na mente e se aloja no coração. Afinal o próprio Jesus nos fala de um Reino em que as mais profundas aspirações do homem poderá se realizar. Um Reino que é mais forte do que o pecado e do que a morte.

O sonho de Deus para os filhos e filhas é que todos vivam num mundo em que a paz seja a realidade cotidiana, normal, segura e plena.

Os planos de Deus serão sempre possíveis de ser concretizado, porque estão amparados por sua Palavra e acompanhados de sua Graça.

É de nossa inteira responsabilidade e isso requer nosso querer e aceitação em vivenciar e participar da sua proposta e de dar passos necessários, para nos transformarmos em construtores da fraternidade, esperança e paz.


Sonia Souza
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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Falsas Doutrinas: O Espiritismo



Falsas Doutrinas: O Espiritismo


Qual a origem do Espiritismo?

O espiritismo nasceu nos EUA com as irmãs Fox (1847), a partir das quais Alan Kardec elaborou a doutrina de evocação dos mortos e reencarnação, etc.

Porque o católico não pode ser espírita?

´O Espírito diz expressamente que nos tempos vindouros, alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos sedutores e doutrinas diabólicas´ (1 Tim 4,1).
Em que pesa a doutrina da Igreja, bem como a sua Tradição e o seu Magistério, mostrarem a radical incompatibilidade entre o Cristianismo e o espiritismo, muitos católicos, fracos na fé e pouco conhecedores da doutrina, teimam em persistir neste sincretismo perigoso. Vão à missa e ao culto espírita, como se isto não fosse proibido pela fé católica. É preciso ficar bem claro que o espiritismo (bem como suas derivações) contradiz a doutrina católica em muitos pontos, sendo, portanto, impossível a um católico ser também espírita.
O livro do Levítico traz a mesma condenação: “Não vos dirijais aos espíritas nem aos adivinhos: não os consulteis para que não sejais contaminados por eles”. (Lv. 19,31).

A prática do espiritismo sempre foi severamente proibida por Deus. Abaixo estão alguns textos da Bíblia com referência ao espiritismo e também à adivinhação, que freqüentemente acompanha os que se dizem médiuns:

"Se alguém recorrer aos médiuns e adivinhos, prostituindo-se com eles, eu voltarei minha face contra ele e o eliminarei do meio do povo" (Lv 20,6).
"O homem ou a mulher que se tornar médium ou adivinho, serão mortos por apedrejamento. São réus de morte" (Lv 20,27).
Não se ache o meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações" (Dt 18,10-12).
Saul morreu assim por causa do mal que tinha feito contra o Senhor e por não ter obedecido à palavra do Senhor e por cima ter consultado o espírito dum defunto para obter uma revelação, em vez de buscar revelação da parte do Senhor. Por isso o Senhor o fez morrer e transferiu a realeza para Davi filho de Jessé"(1Cr 10,13-14).
"[Manassés] Passou seu filho pelo fogo; praticou a encantação e a magia, estabeleceu necromantes e adivinhos; numa palavra, fazia continuamente o que desagradava ao Senhor" (2Rs 21,6).
Certo dia, quando íamos para a oração, veio ao nosso encontro uma jovem escrava que tinha o espírito de Píton. Com suas adivinhações dava muito lucro aos patrões. 17 Começou a seguir Paulo e a nós, gritando: “Estes homens são servos do Deus altíssimo e vos anunciam um caminho da salvação”. 18 Isto repetiu-se por muitos dias. Enfim, aborrecido, Paulo voltou-se para ela e disse ao espírito: “Em nome de Jesus Cristo, ordeno-te sair desta moça”. No mesmo instante o espírito saiu" (At 16,16-18).

Essa contaminação espiritual é perigosa para o cristão. Por se tratar de um pecado grave, essa prática o coloca sob a influência e dependência do mundo tenebroso dos demônios.

A primeira conseqüência para a pessoa que se dá a essas práticas proibidas é um esfriamento espiritual. Começa a esfriar na fé, deixa a oração, os sacramentos, e torna-se fraco na fé, na esperança e na caridade, até, digamos, morrer espiritualmente.
Se você entra num ambiente espírita, de macumba, candomblé, etc., mesmo que seja apenas por curiosidade, sem maldade, você está pecando e colocando sob o jugo do demônio. Neste assunto, é a “curiosidade” que leva muitos católicos ao pecado.
Sabemos que o demônio pode se fazer presente nesses ambientes, já que a Igreja nos garante que nenhum “espírito” dos mortos andam perambulando pelo mundo e, muito menos “baixando” em lugar algum. Os espíritos que baixam nesses centros, se baixam, são certamente espíritos malignos (anjos caídos/demônios).

"Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o Juízo" (Heb 9,27).
Somos salvos pelo Sangue do Senhor, pela graça justificadora , e não por sucessivas reencarnações purificadoras. Jesus disse a São Dimas , o bom ladrão : "Hoje estarás comigo no paraíso" (Lc 23,43). Jesus eliminou nitidamente , nessa expressão , a chance de qualquer reencarnação. Dimas não reencarnaria muitas vezes para ser salvo.
Toda a pregação da Igreja é baseada na esperança da ressurreição.


O espiritismo nega pelo menos 40 verdades da fé cristã:

1. Nega o mistério, e ensina que tudo pode ser compreendido e explicado.
2. Nega a inspiração divina da Bíblia.
3. Nega o milagre.
4. Nega a autoridade do Magistério da Igreja.
5. Nega a infalibilidade do Papa.
6. Nega a instituição divina da Igreja.
7. Nega a suficiência da Revelação.
8. Nega o mistério da Santíssima Trindade.
9. Nega a existência de um Deus Pessoal e distinto do mundo.
10. Nega a liberdade de Deus.
11. Nega a criação a partir do nada.
12. Nega a criação da alma humana por Deus.
13. Nega a criação do corpo humano.
14. Nega a união substancial entre o corpo e a alma, (a morte acontece exatamente pela separação da alma e do corpo).
15. Nega a espiritualidade da alma.
16. Nega a unidade do gênero humano.
17. Nega a existência dos anjos.
18. Nega a existência dos demônios.
19. Nega a divindade de Jesus.
20. Nega os milagres de Cristo.
21. Nega a humanidade de Cristo.
22. Nega os dogmas de Nossa Senhora (Imaculada Conceição, Virgindade perpétua, Assunção, Maternidade divina).
23. Nega nossa Redenção por Cristo (é o mais grave!).
24. Nega o pecado original.
25. Nega a graça divina.
26. Nega a possibilidade do perdão dos pecados.
27. Nega o valor da vida contemplativa e ascética.
28. Nega toda a doutrina cristã do sobrenatural.
29. Nega o valor dos Sacramentos.
30. Nega a eficácia redentora do Batismo.
31. Nega a presença real de Cristo na Eucaristia.
32. Nega o valor da Confissão.
33. Nega a indissolubilidade do Matrimônio.
34. Nega a unicidade da vida terrestre.
35. Nega o juízo particular depois da morte.
36. Nega a existência do Purgatório.
37. Nega a existência do Céu.
38. Nega a existência do Inferno.
39. Nega a ressurreição da carne.
40. Nega o juízo final.

Apesar de tudo isso muitos continuam a proclamar que o espiritismo e o Cristianismo ensinam a mesma coisa… Na verdade é o Joio no meio do trigo (Mt 13,28), que o inimigo semeou na messe do Senhor. Nada como o espiritismo nega tão radicalmente a doutrina católica. Ouçamos, finalmente, a palavra oficial da nossa Mãe Igreja, que tão bem nos ensina através do Catecismo:

“Todas as formas de adivinhação hão de ser rejeitadas: recurso a Satanás ou aos demônios, evocação dos mortos ou outras práticas que erroneamente se supõem descobrir o futuro.
A consulta aos horóscopos, à astrologia, a quiromancia (leitura das mãos), a interpretação de presságios e da sorte, os fenômenos de visão (bolas de cristais), o recurso a médiuns escondem uma vontade de poder sobre o tempo, sobre a história e finalmente sobre os homens, ao mesmo tempo em que um desejo de ganhar para si os poderes ocultos.
Estas práticas contradizem a honra e o respeito que, unidos ao amoroso temor, devemos exclusivamente a Deus”. (CIC 2116).
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Um pensamento



Um pensamento

O que somos, como somos e onde estamos?




Hoje ao sair de casa para o serviço, na parte da tarde, uma pessoa perguntou-me se eu já havia “feito algo”. Pensei e calei-me. Pois sinto já há algum tempo a necessidade de me silenciar.

Estamos passando por momentos de grandes mudanças, de batalhas e lutas interiores. Estamos a carregar preocupações exageradas, e não aceitamos nossos próprios limites.

Queremos e buscamos coisas que não nos pertence. Traçamos metas, fazemos planos e neles entramos de cabeça, sem ao menos nos preocupar se é bom ou não, ou até onde isso pode-nos levar.

Alimentamos nosso ego com egoísmo, prepotência, arrogância e superioridade. Cobramos de outros o que não somos capazes de fazer, mas até aí tudo bem, afinal de contas “Eu sou mais eu” e “tudo posso”, não importa de que modo.

Vivemos num mundo secularizado, onde vemos as pessoas cada vez mais tristes, solitárias, amargas, e sempre correndo na busca da satisfação pessoal, depositam seus valores em coisas materiais como: grana, casa, carro, posição social, ou ainda aqueles que colocam seus valores em: roupa, tênis, baladas, bebidas, etc.

Vivemos uma grande desordem mundial que ora se revela por meio de coisas naturais como: vendavais, terremotos, enchentes, seca, e outras de ordem moral como: falta de amor e respeito conosco e com nosso próximo, fome, doenças que não tem cura, pais que matam seus filhos (aborto), relação antinaturais (homossexualismo), pichações nas igrejas, falta de respeito com as imagens em nossas igrejas que nos são tão caras.

E nos comportamos como se tudo isso fosse normal, temos liberdade para fazer o que der na “telha”, não devemos ser reprimidos em nada, é nossa inteira liberdade para com os modismos que nos cerca.

Diante de todas essas situações, cabe algumas reflexões:

Será que nós consultamos a Palavra de Deus e estamos atentos a seus ensinamentos?
Será que Oramos e vivenciamos o Amor Misericordioso de Nosso Senhor Jesus Cristo?

Que em sua grande Misericórdia Ora e pede a Deus Pai por nós. Deus nos dará sempre a liberdade de escolha. Precisamos ser livres, independentes em Cristo, e o caminho para ser livre é a Verdade.

Jesus, Caminho, Verdade e Vida.

A minha reflexão sobre a vida

Sonia Souza


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terça-feira, 24 de abril de 2012

Minha opinião sobre vandalismo na Igreja de Jesus (Católica)






Minha opinião sobre vandalismo na Igreja de Jesus (Católica)

Temos vistos a algum tempo nos principais veículos de informação e na internet, diversas matérias sobre vandalismo e agressões a Igreja Católica. Elas acontecem de diversas formas e modos.

Ai vem uma pergunta:

O porquê destas agressões a Igreja de Jesus Cristo? Qual o motivo de tanto rancor e descaso com a Igreja de Deus? O que leva as pessoas a fazerem uma barbaridade desta?

Confesso que não tenho a resposta, mas em minha opinião, é justamente a falta de Deus em seus corações, falta respeito a valores de uma igreja verdadeira e santa.

Uma igreja que erra? Erra por ser humana!

É dirigida por homens e que são passiveis de erros. Mas criticá-la e agredi-la ai já é demais.

A igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo é santa e perfeita. Por que vandalizar, agredir, maldizer e criticar a Igreja? Será que estas pessoas não enxergam que agredindo a Igreja estão agredindo ao próprio Jesus, por que a igreja é o próprio Jesus!

O que Jesus Cristo fez a estas pessoas para ser agredido e maltratado por elas?

Ele que pregou e ensinou o amor ao próximo e respeito e cuidado com as coisas de Deus.

Hoje o que vemos, é que esta se perdendo o amor e respeito para com as coisas de Deus. Tudo pode, tudo é correto, são os tempos modernos, temos de evoluir, e muitas vezes, ouvimos que religião é coisa de doido, e não é necessário e que Deus não existe.

Negam a sua Mãe, negam seus ensinamentos, negam o que Ele deixou plantado para vivermos e sermos salvos, negam a Ele próprio.

Ele é motivo de piada, de gozação, seu nome é blasfemado e usado em beneficio próprio de pessoas que não tem nada a ver com o que ele pregou.

Tudo é interesse econômico. Seu nome é usado para varias coisas que não pertencem a Deus e com certeza não são Dele. Será que estas pessoas não tem consciência que um dia vão estar na sua presença e terão que prestar contas de seus atos?

Que Deus tenha misericórdia e compaixão de todos nós, porque todos nós também somos culpados, uns por fazer estas agressões, e outros por não defendê-lo com determinação e vontade, já que sempre falamos que acreditamos N’Ele e cremos em Sua Palavra.

Obs.:

Esta é minha opinião, a opinião de um leigo que cultiva seu amor a esta igreja, a única e verdadeira Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.


Marcelo Martins


Catecismo da Igreja Católica

B.16 BLASFÊMIA

B.16.1 Gravidade da blasfêmia

§ 1031 A Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao Purgatório sobretudo no Concílio de Florença e de Trento. Fazendo referência a certos textos da Escritura, a tradição da Igreja fala de um fogo purificador:

No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo, que, se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoada nem presente século nem no século futuro (Mt 12,32). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro.

§ 1756 É errado, pois, julgar a moralidade dos atos humanos considerando só a intenção que os inspira ou as circunstâncias (meio ambiente, pressão social, constrangimento ou necessidade de agir etc.) que compõem o quadro. Existem atos que por si mesmos e em si mesmos, independentemente das circunstâncias e intenções, são sempre gravemente ilícitos, em virtude de seu objeto: a blasfêmia e o perjúrio, o homicídio e o adultério. Não é permitido praticar um mal para que dele resulte um bem.

§ 1856 O pecado mortal, atacando em nós o princípio vital, que é a caridade, exige uma nova iniciativa da misericórdia de Deus e uma conversão do coração, que se realiza normalmente no sacramento da Reconciliação:

Quando a vontade se volta para uma coisa contrária â caridade pela qual estamos ordenados ao fim último, há no pecado, por seu próprio objeto, matéria para ser mortal... quer seja contra o amor a Deus, como a blasfêmia, o perjúrio etc., quer seja contra o amor ao próximo, como o homicídio, o adultério etc. Por outro lado, quando a vontade do pecador se dirige às vezes a um objeto que contém em si uma desordem, mas não é contrário ao amor a Deus e ao próximo, como por exemplo, palavra ociosa, riso supérfluo etc., tais pecados são veniais’.

B.16.2 Jesus acusado de blasfêmia

§ 574 Desde o início do ministério público de Jesus, fariseus e adeptos de Herodes, com sacerdotes e escribas, mancomunaram-se para matá-lo. Por causa de certos atos por ele praticados (expulsão de demônios, perdão dos pecados, curas em dia de sábado interpretação original dos preceitos de pureza da Lei, de pureza da Lei, familiaridade com os publicanos e com pecadores públicos), Jesus pareceu a alguns mal-intencionados, suspeito de possessão demoníaca. Ele é acusado de blasfêmia e de falso profetismo, crimes religiosos que a Lei punia com a pena de morte sob forma de apedrejamento.

B.16.3 Juramento e blasfêmia

§ 2149 As pragas, que fazem intervir o nome de Deus, sem intenção de blasfêmia, são uma falta de respeito para com o Senhor.

O segundo mandamento proíbe também o uso mágico do nome divino.

O nome de Deus é grande lá onde for pronunciado com o respeito devido à sua grandeza e à sua majestade. O nome de Deus é santo lá onde for proferido com veneração e com temor de ofendê-lo.

B.16.4 Significação da blasfêmia

§ 2148 A blasfêmia opõe-se diretamente ao segundo mandamen-to. Ela consiste em proferir contra Deus interior ou exteriormente - palavras de ódio, de ofensa, de desafio, em falar mal de Deus, faltar-lhe deliberadamente com o respeito ao abusar do nome de Deus. São Tiago reprova "os que blasfemam contra o nome sublime (de Jesus) que foi invocado sobre eles" (Tg 2,7). A proibição da blasfêmia se estende às palavras contra a Igreja de Cristo, os santos, as coisas sagradas. É também blasfemo recorrer ao nome de Deus para encobrir práticas criminosas, reduzir povos à servidão, torturar ou matar. O abuso do nome de Deus para cometer um crime provoca a rejeição da religião.

A blasfêmia é contrária ao respeito devido a Deus e a seu santo nome. E em si um pecado grave.

§ 2162. O segundo mandamento proíbe todo uso inconveniente do nome de Deus. A blasfêmia consiste em usar o nome de Deus, de Jesus Cristo, da Virgem Maria e dos santos de maneira injuriosa
.

Fonte: Catecismo da Igreja Católica
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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Maria e a incompreensão protestante





Maria e a incompreensão protestante


Vimos nos dias de hoje, como algumas denominações que se auto intitulam com “evangélicos”, “crentes

Vimos nos dias de hoje, como algumas denominações que se auto intitulam com “evangélicos”, “crentes”, “cristãos” vem atacando com veemência a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica Romana, sempre citando fatos teológicos infundados que ora ofendem a Santa Mãe de Deus, ora ofendem a Tradição Apostólica, e até mesmo a Sagrada Escritura, sua única fonte de FÉ. Será que o Deus que eles adoram é o mesmo da Igreja Católica? Ou será que só tem o mesmo nome? Será que Jesus Cristo se sente feliz com o que eles falam de sua mãe? Certamente não.
Vejamos a real visão que os Reformadores do século XVI tinham, e que se difere totalmente da visão dos dias de hoje.
Os Reformadores conservaram muitos pontos da tradição mariana; pontos que as gerações seguintes foram pondo de lado.

Lutero, por exemplo, não negou a virgindade perpétua de Maria, mas julgava em dizer que a expressão “irmãos de Jesus” deve ser entendida no sentido semita; este atribuía a irmãos o significado de “parente, familiar”; para o confirmar, Lutero apelava para a significação ampla da palavra grega adelphoi na tradução dos LXX.

Lutero também admitia a imaculada conceição de Maria, devida à prévia aplicação dos méritos de Cristo. Quanto à assunção corporal, o reformador não ousava professá-la explicitamente, mas não excluía que o corpo de Maria tenha sido levado pelos anjos dos céus. No calendário luterano ficaram três festas marianas, que tem base no novo testamento e estão ligadas a Cristo: a anunciação ou festa da encarnação, a visitação de Maria a Isabel ou festa da vinda de Cristo, e a purificação de Maria aos quarenta dias após o parto, também tida como festa da apresentação de Jesus no templo.

Calvino, em alguns aspectos, foi mais radical. Suprimiu as festas marianas, aceita o título “Mãe de Deus”definido pelo concílio de Éfeso em 431, mas prefere a expressão “Mãe de Cristo”. Sustenta a perpétua virgindade de Maria, afirmando que “os irmãos de Jesus” citados em (Mateus 13,55) não são filhos de Maria, e sim parentes. Professar o contrário, segundo Calvino, significa “ignorância”, louca sutileza e “abuso da sagrada Escritura”.

Zwínglio, o reformador em Zurich, conservou três festas marianas e a recitação da Ave-Maria durante o culto sagrado.
É interessante notar que Lutero, Calvino e Zwínglio, autores da reforma protestante no século XVI, deixaram belas expressões de estima e louvor a Maria Santíssima.

Martinho Lutero em seu comentário sobre o Magnificat (Lucas 1,46-55) escreve: “Ó bem-aventurada mãe, virgem digníssima, recorda-te de nós que também em nós o senhor faça essas grandes coisas”.
Ao referir-se a (Mateus 1,25) observa: “destas palavras não se pode concluir que, após o parto, Maria tenha tido consórcio conjugal. Não se deve crer nem dizer isto” (Obras de Lutero, edição Weimar, tomo 11, pg 323).
Disse ainda: “Os irmãos de Jesus, mencionados no Evangelho, são parentes do Senhor” (Edição Weimar, tomo 46, pg 723, tischreden 5, n° 5839). O reformador prometia cem moedas de ouro a quem lhe provasse que a palavra almah em (Isaías 7,14) não significava virgem (Edição Weimar, tomo 53, pg 640).

No fim de sua vida, aos 17/01/1546, Lutero exclamou num sermão muito agitado: “Não se deve adorar somente a Cristo? Mas não se deve honrar também a santa mãe de Deus? Esta é a mulher que esmagou a cabeça da serpente. Ouve-nos, pois o Filho te honra; Ele nada te nega”.
Vê-se que até os últimos dias Lutero guardou devoção a Maria. No tocante às imagens, Lutero não as proibia; firmava que as proibições feitas no antigo testamento não afetavam os cristãos (Edição Weimar, tomo 7 pg 440-445). Considerava as imagens como a Bíblia dos pobres e iletrados.

Sobre a virgindade de Maria os artigos da “Doutrina Cristã” elaborados por Lutero em 1537 professam:

“O Filho de Deus faz-se homem, de modo a ser concebido do Espírito Santo sem o concurso de varão e a nascer de Maria pura, santa e sempre virgem”.

Calvino publicou em 1542 o "Catecismo da Igreja de Genebra”, onde se lê: “o filho de Deus foi formado no seio da virgem Maria… isto aconteceu por ação milagrosa do Espírito Santo sem consórcio de varão”.

Zwínglio, por sua vez, escreveu: “firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que no parto e após o parto permaneceu para sempre virgem pura e íntegra” (Corpus Reformatorum: Zwingli Opera 1 424)
Declarou ainda: “Estimo grandemente a Mãe de Deus, a Virgem Maria perpetuamente casta e imaculada” (ZO 2, 189).
Os “irmãos do Senhor” eram, para Zwínglio, “os amigos do Senhor” (ZO 1, 401).

Podemos observar que até mesmo o Corão de Maomé, que reproduz certas proposições do Cristianismo, professa a virgindade de Maria (cf. Sura 19).

Outras palavras dos reformadores:

Amin, discípulo e contemporâneo e Zwínglio, declarou: “Maria foi preservada de toda mancha e culpa do pecado original, do pecado mortal e do pecado atual”.

Heinrich Bullinger, sucessor de Zwínglio, testemunhou: “cremos que o corpo puríssimo da virgem Maria, Mãe de Deus e templo do Espírito Santo… foi levado pelos anjos do céu”.

Lutero escreveu: “não há honra, nem beatitude, que sequer se aproxime por sua elevação da incomparável prerrogativa superior a todas as outras, de ser a única pessoa humana que teve um filho em comum com o Pai Celeste”.

Calvino escreveu: “não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para ser Mãe de Deus”.

Zwínglio: “Quanto mais crescem a honra e o amor de Cristo entre os homens, tanto mais crescem também a estima e a honra de Maria, que gerou para nós um tão grande e propício Senhor e Redentor.

Podemos verificar sem dúvidas que nem os ‘Pais’ do Protestantismo, tinham a distorcida e falsa visão da Fé e da Doutrina da Verdadeira Igreja fundada por Cristo. No Livro do Apocalipse, no Novo Testamento, vimos um dragão que perseguia a Mulher.

Devemos guardar nossa Mãe Maria com amor e respeito, Ela que foi colaboradora de Jesus no Plano da Salvação do homem.

“A Bem-Aventurada Virgem Maria… pelo dom da maternidade divina, que com seu Filho Redentor, e ainda pelas suas graças e funções singulares, encontra-se também intimamente unida à Igreja: a Mãe de Deus é a figura da Igreja… e isso, na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo”. “Feliz porque acreditou”… de geração em geração Maria está presente no meio da Igreja que faz sua peregrinação na fé, sendo para ela modelo de esperança que não decepciona.

Ó Virgem Santíssima, rogai por nós pecadores, que recorremos a vós!

Fonte de Pesquisa: Revista Jesus Vive e é o Senhor e Carta Encíclica de João Paulo II REDEMPTORIS MATER.

SERVOS DA RAINHA
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domingo, 22 de abril de 2012

Ato de vandalismo na Paróquia Santo Antônio de Santa Helena – PR




ATO DE VANDALISMO

Nota sobre ato de vandalismo na Paróquia Santo Antônio de Santa Helena – PR.

CLIQUE NO LINK DA DIOCESE PARA SABER O OCORRIDO.

DIOCESE DE FOZ DO IGUAÇU




Vandalismo


O ato de vandalismo é uma ação de hostilidade, violência, pichações, destruições, contra patrimônios públicos, históricos e privados, atos ilegais, onde em primeiro momento deve-se entender que causar danos é crime, consoante o artigo 163 do Código Penal, que tomamos a liberdade de transcrever abaixo:

ARTIGO 163

" ART.163 DANO
DESTRUIR, INUTILIZAR OU DETERIORAR COISA ALHEIA:
PENA-DETENÇÃO, DE UM A SEIS MESES, OU MULTA.

DANO QUALIFICADO
PARÁGRAFO ÚNICO. SE O CRIME É COMETIDO:

I- COM VIOLÊNCIA À PESSOA OU GRAVE AMEAÇA;
II- COM EMPREGO DE SUBSTÂNCIA INFLAMÁVEL OU EXPLOSIVA, SE O FATO NÃO CONSTITUI CRIME MAIS GRAVE;
III- CONTRA O PATRIMÔNIO DA UNIÃO, ESTADOS, MUNICIPIO, EMPRESA CONCESSIONÁRIA DE SERVIÇOS PÚBLICOS OU SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA;
IV- POR MOTIVO EGOÍSMO OU COM PREJUÍZO CONSIDERÁVEL PARA A VÍTIMA:

“PENA DE DETENÇÃO, DE SEIS MESES A TRÊS ANOS, E MULTA, ALÉM DA PENA CORRESPONDENTE À VIOLÊNCIA.”


O vandalismo às vezes é acompanhado do crime de furto, pois os agentes dessa conduta acabam por aproveitar-se de situações para subtraírem coisas, onde tal conduta acarreta prejuízos aos cofres públicos. Onde é válido mencionar o artigo 157 do Código Penal, que possui pena razoável para quem o comete causando lesões corporais graves na vítima, senão vejamos o referido artigo:


ARTIGO 157

"ART.157 DE O CÓDIGO PENAL SUBTRAIR COISA MÓVEL ALHEIA, PARA SI OU PARA OUTREM, MEDIANTE GRAVE AMEAÇA OU VIOLÊNCIA À PESSOA, OU DEPOIS DE HAVÊ-LA, POR QUALQUER MEIO, REDUZIDO A IMPOSSIBILIDADE DE RESISTÊNCIA:

PENA - RECLUSÃO, DE QUATRO A DEZ ANOS, E MULTA.
ART.1ª, III, C, DA LEI N° 7.960, DE 21-12-1989, QUE DISPÕE SOBRE PRISÃO TEMPORÁRIA.

§ 1ª NA MESMA PENA INCORRE QUEM, LOGO DEPOIS DE SUBTRAÍDA A COISA, EMPREGA VIÔLENCIA CONTRA PESSOA OU GRAVE AMEAÇA, A FIM DE ASSEGURAR A IMPUNIDADE DO CRIME OU A DETENÇÃO DA COISA PARA SI OU PARA TERCEIRO.

§ 2ª A PENA AUMENTA-SE DE UM TERÇO ATÉ A METADE.

§ “3ª SE DA VIOLÊNCIA RESULTA LESÃO CORPORAL GRAVE, A PENA É DE RECLUSÃO, DE SETE A QUINZE ANOS, ALÉM DA MULTA SE RESULTA MORTE, A RECLUSÃO É DE VINTE A TRINTA ANOS, SEM PREJUÍZO DA MULTA.”


Outrossim, furtar, deteriorar ou inutilizar bens públicos são crimes previstos em lei. De acordo com o artigo 155 do código penal brasileiro quem "subtrair para si ou para outrem, coisa alheia móvel" tem de um a quatro anos de reclusão, e multa. Apesar de existirem vários artifícios legais para inibir a depredação do patrimônio público, o que se vê nos municípios brasileiros é frequente deterioração de jardins, parques, praças e iluminação.

Sendo assim o vandalismo e o furto deve ser repreendido pela sociedade, e denunciar ao ver algum ato ocorrendo é a maneira de auxiliar no combate a esta conduta criminosa, demonstrando assim a consciência necessária para que possamos ter uma sociedade com seu patrimônio preservado e livre de maus tratos.
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JESUS MOSTROU-LHES AS MÃOS E OS PÉS






3º Domingo da Páscoa

Neste tempo pascal, agradecemos a Ressurreição do Senhor, sempre vivo e presente na comunidade. Suas mãos e seus pés chagados nos dão a certeza de que é de fato Jesus de Nazaré que ressuscitou. E nosso encontro pessoal com Jesus na Eucaristia deve transformar-nos em testemunhas de seu Reino de vida, que Ele pede que seja anunciado a todos os povos.

DEUS NOS FALA

Deus ressuscitou Jesus, disso nós somos testemunhas. Nossa fé brota dessa ressurreição, que venceu o mal e a morte. As mãos e os pés chagados do Senhor ressuscitado dão-nos a certeza de que ele venceu a morte e nos trás a vida. Ele é a vítima de expiação pelos nossos pecados, e não só pelos nossos, mas também pelos pecados do mundo inteiro.

É pelas mãos de Jesus ressuscitado que a Igreja realiza sua Liturgia. Para que as celebrações em todas as comunidades sejam sempre um grande acontecimento pelo dom da vida.

Peçamos confiantes que sejamos discípulos e missionários de Jesus, capazes de anunciar com alegria a sua Morte e Ressurreição por nosso amor.

Que Jesus abra nossa mente para que possamos entender as Escrituras, vencer nossos medos e fantasmas, eliminar as dúvidas de nossos corações, cumprir nossa missão e mostrar ao mundo que Ele esta vivo no meio de nós.
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sábado, 21 de abril de 2012

OBRIGADO MEU DEUS!





OBRIGADO MEU DEUS!


Obrigado Meu Deus por mais este dia que começa.
Obrigado pela noite de sono tranquila.
Eu te agradeço meu Deus e Senhor.
Em nome de Teu filho Jesus eu me coloco em sua presença,
e Ele prepara um dia de vitórias.... Sei das minhas limitações e defeitos.
Peço a sua proteção e abrigo. Me perdoe pelos meus erros.
Pois sei que não posso correr das lutas, mas Contigo sempre sairei vitorioso....
Cuida das pessoas que levo comigo em meu coração...
Cuida daquelas que não levo, principalmente estas....
Cuida para que eu não seja injusto....
Cuida para que eu seja mais atencioso para com meu próximo...
Cuida para que minha boca mantenha-se fechada para não ofender e magoar ninguém..
Cuida para que minhas atitudes sejam as mais corretas perante as pessoas....
Cuida de mim meu Deus, e me dê a coragem e a determinação para defender minha fé...
Cuida para que eu enxergue a verdade e o caminho que leva ao Senhor....
Obrigado meu Deus por minha vida.


Marcelo Martins
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sexta-feira, 20 de abril de 2012

CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS DE HOJE





Se eu aprender inglês, espanhol, alemão e chinês, e dezenas de outros idiomas, mas não souber me comunicar como pessoa, de nada valem minhas palavras.

Se eu concluir um curso superior, andar de anel no dedo, frequentar cursos e mais cursos de atualização, mas viver distante dos problemas do povo, minha cultura não passa de inútil erudição.

Se eu morar no Nordeste, mas desconhecer os problemas e sofrimentos de minha região e fugir para férias no Sul, até na América ou Europa, e nada fizer pela promoção do homem, não sou cristão.

Se eu possuísse a melhor casa de minha rua, a roupa mais avançada do momento e o sapato da moda, e não me lembrasse de que sou responsável por aqueles que moram na minha cidade e andam de pés no chão e se cobrem de molambo, sou apenas um manequim colorido.

Se eu passar os fins de semana em festas e programas, sem ver a fome, o desemprego, o analfabetismo e a doença, sem escutar o grito abafado do povo que se arrasta a margem da história, não sirvo para nada.

O cristão não foge dos desafios de sua época. Não fica de braços cruzados, de boca fechada, de cabeça vazia; não tolera a injustiça nem as desigualdades gritantes de nosso mundo; luta pela verdade e pela justiça, com as armas do amor.

O cristão não desanima nem se desespera diante das derrotas e dificuldades, porque sabe que a única coisa que vai sobrar de tudo isso, é o AMOR.

Dom Hélder Câmara,

Parafraseando 1Cor 13,1-1

Obs:
Que tenhamos mais consciência de nossas ações e atitudes com relação ao nosso próximo, ao ambiente em que vivemos, enfim, com nossa vida neste mundo, e sempre lembrando! O que realmente importa e tem valor é o que vem de Deus. Que tomemos consciência de que precisamos cuidar deste mundo, mas que ele é passageiro, o que devemos ter em mente é o que Nosso Senhor Jesus Cristo nos preparou, A VIDA ETERNA AO SEU LADO.

Marcelo Martins
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quarta-feira, 18 de abril de 2012

A ficha caiu...




HOJE A FICHA CAIU...

Não sei bem como começar, mas vamos lá. Hoje acordei com uma estranha sensação que alguma coisa não estava bem, me sentia triste e chateado, pensando em um monte de problemas ao mesmo tempo, e até arrumando uns que sequer aconteceram ainda. Às vezes me pergunto o porquê do ser humano ser assim. Nunca esta contente com nada, se as coisas estão bem ele acha que vai piorar, se está mal ele acha que vai ficar pior ainda. Estava sentindo angustiado e não sabia o porquê daquilo tudo. Até que fui fazer minhas atualizações nos blogs, e como comecei este blog há pouco tempo, na procura por um assunto que realmente fosse interessante, me deparei em um site católico com a oração do Santo Rosário. Para minha surpresa, quanto mais lia, mais a ficha caia. Nossa Senhora sempre em suas aparições nos pede para rezar o Santo Rosário, confesso que não sabia, não tinha conhecimento. Emocionei-me e passei a pensar em como estamos vivendo nestes tempos atuais, quanta hipocrisia, quanto luxo, quantas coisas fúteis que nada significam para Deus. Damos mais importância para uma roupa, um sapato, um carro, uma casa linda num bairro ótimo e maravilhoso, queremos aparecer para a sociedade, mostrar o que temos. O ter é mais valorizado do que ser alguém. As pessoas criticam uns aos outros por suas roupas, pelo seu modo de falar, pelo seu modo de andar, pelo modo de vestir, pelas suas ideias, tudo é motivo para falar mal. Será que estamos certos nisso? Será que realmente é isso uma atitude de uma pessoa que se diz seguidora de Jesus Cristo. Acredito que não, tentei olhar para minhas próprias atitudes e vi que não sou nada daquilo que penso ser em relação a outras pessoas. Sou mesquinho, fraco em determinadas situações em que deveria tomar alguma atitude, não vejo meu próximo como Deus pede, sou individualista e muitas vezes (senão na maioria das vezes) nas minhas atitudes em relação a tudo que me diz respeito. Confesso que me senti muito mal, quanto mais penso mais vejo que tudo esta errado. Deus esta puxando meu tapete, e que bom que ele esta fazendo isso! Necessito desse puxão de orelha, e de muitos outros, para quebrar meu orgulho, minha soberba, minha autoconfiança. Não sou nada sem Deus. Finalmente estou entendendo que sem oração e dedicação a este Deus maravilhoso não conseguirei nada. Preciso melhorar como cristão e ser humano. Sei que é difícil e complicado. Mas ele disse que não seria fácil, e nem pode! Não daria o valor necessário se fosse tão fácil assim. Preciso agradecer pela minha vida e a oportunidade que ele me deu de descobrir o quanto estou longe dele e me dar à oportunidade de concertar este modo de viver. Creio em Jesus Cristo, creio em Nossa Senhora, sua mãe, que ela interceda por mim e por todos nós junto a ele para que sejamos salvos e abençoados. Admito que após ter pensado sobre o que estava acontecendo hoje comigo, me veio uma sensação muito boa que Deus me mostrou o que quer que eu faça de minha vida por ele. Sou Católico e amo esta igreja, por que ela é de Jesus Cristo. Criada, abençoada e guiada por ele.

Marcelo Martins
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Nossa mãe pede para rezarmos o Santo Rosário, não vamos desobedece-la


Nossa Senhora de Fátima, Rogai por nós!


Faça como Nossa Senhora de Fátima pediu:
Reze diariamente o Santo Rosário!
Atenda o pedido feito pela Mãe de Deus em Fátima: Rezem o terço todos os dias, para alcançar a paz. Como Mãe Afetuosa, Ela está esperando que você comece a rezar, para atender suas necessidades materiais e espirituais.

COMO REZAR O SANTO ROSÁRIO:
O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são: Gozosos, Dolorosos, Gloriosos e os Mistérios de Luz.
Rezar o Terço diariamente nos fortalece na fé em Deus, Jesus, Espírito Santo e na Santa Virgem Maria, sempre tão presente em nossas vidas.
Para se rezar o Santo Rosário, criou-se um instrumento denominado "Terço" exatamente por conter as bolinhas (ou contas) necessárias para contar as orações recitadas, correspondentes à uma terça parte do Rosário completo original, que continha apenas 15 mistérios.
O "terço" é composto de uma cruz seguida de contas (bolinhas), trançadas em um fio ou corrente, separadas em grupos específicos que representam no total as orações de um Credo, seis Pai-Nosso e cinquenta e três Ave-Maria, ou seja, a terça parte do Rosário. Vide figura abaixo:


Inicia-se o terço com o Sinal da Cruz, oferecimento do terço e a oração preparatória (vide item Orações do Santo Rosário no final desta página).
A cruz no rosário representa nossa Profissão de Fé e é usada para iniciar o terço: segure a cruz e reze o Credo (Creio em Deus). A primeira grande conta e as três pequenas seguintes são usadas para rezar um Pai-Nosso e três Ave-Marias na intenção de invocar a Santíssima Trindade em nossa vida, na sequência reze um Glória ao Pai (não considerado nas contas).
Inicia-se então a citação dos santos mistérios do Rosário, conforme os dias da semana: Às segundas e sábados são citados os Mistérios Gozosos; às terças e sextas-feiras, os Mistérios Dolorosos; às quartas e domingos, os Mistérios Gloriosos; e às quintas, os Mistérios de Luz.
Faz-se a citação do primeiro mistério, meditando sobre o fundamento dele e utiliza-se a próxima grande conta isolada para acompanhar o Pai-Nosso em saudação a Jesus e as dez contas pequenas agrupadas em seguida são usadas para auxiliar na contagem das dez Ave-Marias em saudação a Virgem Maria.
Após a décima Ave-Maria reza-se o Glória ao Pai e a Jaculátória que é a oração de Nossa Senhora de Fátima pedindo a redenção das almas: "Oh meu Jesus, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem".
Repete-se a mesma sequência para cada mistério contemplado até o final. Encerra-se o terço com a oração de agradecimento, a Salve-Rainha, a Ladainha de Nossa Senhora, a Consagração a Nossa Senhora e o Sinal da Cruz.
O mais importante de tudo é que a oração das dez Ave-Maria seja feita com muita fé e humildade, saudando nossa Santa Mãe e mantendo-se em mente a meditação do que prega o mistério anunciado.

CADA AVE-MARIA REZADA É UMA ROSA

QUE O CRISTÃO DEPOSITA AOS PÉS DA VIRGEM MARIA!

A meditação faz com que nossa fé e nossa confiança em Jesus e Maria sejam aumentadas, dando-nos a certeza da sagrada presença. "Onde uma ou mais pessoas estiverem reunidas em meu nome aí estarei EU no meio deles!" esta afirmação é do próprio Jesus.


Por que é que a Virgem Maria em suas aparições pede insistentemente aos fiéis que rezem o rosário? Qual a importância desta oração? Assista o vídeo para descobrir.

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terça-feira, 17 de abril de 2012

O que é a Liturgia das Horas?


Orações Antigas da Igreja

O que é a Liturgia das Horas?

Publicado em: Orações Antigas da Igreja.


A Liturgia das Horas (também chamada Ofício Divino) é a oração pública e comunitária oficial da Igreja Católica.
A palavra ofício vem do latim "opus" que significa "obra". É o momento de parar em meio a toda a agitação da vida e recordar que a Obra é de Deus.
Consiste basicamente na oração quotidiana em diversos momentos do dia, através de Salmos e cânticos, da leitura de passagens bíblicas e da elevação de preces a Deus. Com essa oração, a Igreja procura cumprir o mandato que recebeu de Cristo, de orar incessantemente, louvando a Deus e pedindo-Lhe por si e por todos os homens.

Liturgia das Horas: nome escolhido durante a reforma litúrgica pós-Concílio Vaticano II, e atualmente em uso. Exprime ao mesmo tempo a característica de ser uma ação litúrgica da Igreja, e que portanto torna presentes os mistérios da salvação, e o seu objetivo peculiar de santificar as diversas horas do dia.
Ofício divino: nome utilizado durante séculos, até ao Concílio Vaticano II, que exprimia o caráter de obrigatoriedade (ofício) desta oração para os clérigos. Ao mesmo tempo, remetia para o dever de rezar, dado por Deus aos seus fiéis.
Breviário: nome dado ao livro onde se encontram os textos desta oração e que acabou por designar a própria oração. O nome “Breviário” provém do século XI, quando apareceu um livro que continha todos os textos necessários para o Ofício divino, que condensava num só volume o que até então se encontrava repartido por vários livros. Por ser mais “breve” e prático, passou ser conhecido por esse nome, que se manteve até à última reforma litúrgica para designar cada um dos volumes (Breviarium Romanum).


Introdução

O Mistério de Cristo, principalmente a sua Encarnação e a sua Páscoa, que os católicos celebram na Missa, penetra e transfigura o tempo de cada dia pela celebração da Liturgia das Horas. Esta celebração, em fidelidade às recomendações apostólicas de “orar sem cessar”,“está constituída de tal modo que todo o curso do dia e da noite seja consagrado pelo louvor de Deus”. Ela constitui “a oração pública da Igreja”, na qual os fiéis (clérigos, religiosos e leigos) exercem o sacerdócio régio dos batizados. Celebrada “segundo a forma aprovada” pela Igreja, a Liturgia das Horas “é verdadeiramente a voz da própria esposa que fala com o esposo, e é até a oração de Cristo, com seu corpo, ao Pai”.
A Liturgia das Horas é destinada a tornar-se a oração comunitária de toda a Igreja Católica. Celebrar a Liturgia das Horas exige não somente que se harmonize a voz com o coração que reza, mas também “que se adquira um conhecimento litúrgico e bíblico mais rico, principalmente dos Salmos”. Os hinos e as ladainhas da Liturgia das Horas inserem a oração dos salmos no tempo da Igreja, exprimindo o simbolismo do momento do dia, do tempo litúrgico ou da festa celebrada. Além disso, a leitura da Palavra de Deus a cada hora (com os responsos ou os tropários que vêm depois dela) e, em certas horas, as leituras dos Padres da Igreja e dos mestres espirituais revelam mais profundamente o sentido do mistério celebrado, ajudam na compreensão dos salmos e preparam para a oração silenciosa. A lectio divina, em que a Palavra de Deus é lida e meditada para tornar-se oração, está assim enraizada na celebração litúrgica. A Liturgia das Horas, que é como que uma antecipacão para a celebração eucarística, não exclui, mas requer de maneira complementar, as diversas devoções do Povo de Deus, particularmente a adoração e o culto do Santíssimo Sacramento.

Quem celebra a Liturgia das Horas?

A Liturgia das Horas não é ação privada, mas para todo corpo da Igreja. Sendo assim, há, de fato, um ministro delegado para isso. Para a celebração comunitária, ter-se-á um diácono ou o próprio padre. Nos mosteiros, pode celebrá-la o superior; sendo assim, até um bispo. Para a celebração individual ou comunitária quando somente leigos participam, o próprio fiel pode celebrá-la. A diferença reside no facto de se tratar de uma obrigação para os ministros ordenados (diáconos, presbíteros, bispos, arcebispos, cardeais e até do Papa ) celebrar o Ofício Divino em todas as suas horas (Laudes, Hora Média, Vésperas e Completas), enquanto não é obrigação dos leigos celebrar o Ofício Divino em todos o seus momentos.
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Superstição



Superstição

Levando a pessoa a confiar em coisas e não em Deus

Quantas pessoas entram em lugar somente com o pé direito, comem lentilhas para pedir prosperidade, usam o branco para atrair bons fluidos, vestem sempre determinada roupa para dar boa sorte, penduram ferradura atrás da porta, batem na madeira para afastar o azar, não fazem nada no dia 13 e evitam qualquer coisa ligada a esse número... Para não falar da “maldição” causada por gatos pretos, por passar debaixo de uma escada ou quebrar um espelho. Essas e outras práticas revelam uma falta de confiança em si e principalmente nos cuidados de Deus. Chama-se a isso de superstição.

A superstição é a crença de que certas obras, objetos ou números têm força para dar sorte ou azar. Quanto menos uma pessoa conhece e vive o amor de Deus, tanto maior são as suas superstições.

Fé e superstição são duas realidades completamente diferentes. Por quê? A fé está alicerçada nas promessas de Deus: “ A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê” (Hb 11,1). Os heróis da Bíblia são apresentados como homens e mulheres que “graças a sua fé (em Deus) conquistaram reinos, praticaram a justiça, viram se realizar as promessas” (Hb 11,33).

No Catecismo da Igreja Católica, a superstição é apresentada como um pecado contra o primeiro mandamento da lei de Deus: “A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Pode afetar também o culto que prestamos ao verdadeiro Deus, como por exemplo quando atribuímos uma importância de alguma maneira mágica a certas práticas, em si mesmas legítimas ou necessárias. Atribuir eficácia exclusivamente à materialidade das orações ou dos sinais sacramentais, sem levar em conta as disposições interiores que exigem, é cair na superstição” (CIC 2111).

A superstição cria medo na pessoa, levando-a a confiar em coisas e não em Deus.

Artigo extraído do livro “Católico pode ou não pode? Por quê?” de Pe. Alberto Gambarini, Edições Loyola, 2005.

Pe Alberto Gambarini
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domingo, 15 de abril de 2012


2º DOMINGO DA PÁSCOA


Domingo da Divina Misericórdia

O pai me enviou, HOJE EU VOS ENVIO!

A cruz levou a plenitude a missão de Jesus:

Ali Ele mostra que o amor supera tudo:
O ódio, a indiferença, e até mesmo a morte. Ressuscitando-o, O Pai o aprova como seu filho amado.
Na força do Espírito, Jesus passa a nós, seus discípulos, a mesma vida e missão. Que o Pai, que um dia nos enviou Jesus, hoje envie a nós à mesma vida e missão.

Ressuscitando Jesus, o Pai aprova sua vida e missão. Na força do Espírito, herdamos essa missão de Jesus.
Não sermos donos de nossa vida, mas a colocarmos, com nossos demais bens, para serem distribuídos a todos conforme a necessidade.
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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sacratíssimo Coração de Jesus




Ato de Reparação ao Sacratíssimo Coração de Jesus

Sacratíssimo Coração de Jesus, humildemente prostrados aos vossos pés, prometemos, agora e sempre, oferecer humilde reparação pelas ofensas que, infelizmente, vos são infligidas da parte dos homens.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.

Coração de Jesus, santificação de nossas almas, quanto mais forem vossos mistérios ultrajados pelos ímpios, tanto mais queremos oferecer a estes mesmos mistérios o tributo de nossa fé.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.

Coração de Jesus, única esperança dos homens, quanto mais a incredulidade se empenhar em roubar-nos a esperança nas coisas do céu, tanto mais havemos de por em vós toda a nossa esperança.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.

Coração de Jesus, infinitamente amável, quanto mais os pecadores resistirem aos impulsos de vossa graça e aos afagos de vosso divino Coração, tanto mais vos havemos de amar.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.


Divino Coração de Jesus, quanto mais os homens se esforçarem em negar vossa divindade, tanto mais havemos nós de adorá-la com profundo respeito.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.

Coração de Jesus, fonte de toda a Santidade, quanto mais forem infringidos e olvidados os vossos divinos mandamentos, tanto mais os havemos de cumprir e observar.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.

Liberalíssimo Coração de Jesus, quanto mais os homens desprezarem os vossos sacramentos, contanto mais amor e reverência havemos de recebê-los.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.

Coração de Jesus modelo de todas as perfeições, quanto mais desconhecidas forem as vossas admiráveis perfeições, tanto mais queremos esforçar-nos para que em nós resplandeçam.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.

Coração de Jesus, salvador das almas, quanto mais o inferno se esforçar por perverte as almas, tanto mais havemos de empenhar-nos na sua salvação.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.

Coração de Jesus, saturado de opróbrios,quanto mais o sensualismo e o orgulho conduzirem os homens ao esquecimento de seus mortais destinos, tanto mais havemos de imolar-nos como vítimas de mortificação.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.

Dulcíssimo Coração de Jesus, quanto mais os homens combaterem a vossa santa Igreja, tanto mais nos esforçaremos por mostrar-nos seus filhos dedicados.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.

Coração de Jesus, atravessado pela lança, quanto mais perseguido for o vosso representante na terra, o Santo Papa João Paulo II, tanto mais havemos de cercá-lo de honra e de amor como chefe infalível da Igreja.
Assim o prometemos, oh! Sacratíssimo Coração.


Oração:

Divino Coração de Jesus concedei-nos a graça, de que temos mister, para sermos agora e sempre filhos dedicados de vossa Igreja, vossos apóstolos neste mundo e depois vossos escolhidos na bem-aventurança eterna. Assim seja.
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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Momentos de Fé e Devoção na Paróquia São José


Momentos de Fé e Devoção na Paróquia São José

Os fiéis devem viver intensamente a Semana Santa para assim entregar sua vida “ao Senhor Jesus, morto e ressuscitado por nós”, porque estas datas são para a reflexão e não “dias de férias para o descanso, a diversão ou pior ainda para o pecado”.

“Não devemos permitir que um clima secularizado que vai esfriando nossa fé cristã se apodere de nós, mas seja na verdade o fogo do mistério da Páscoa que dê luz e calor às nossas vidas. Que sejam dias para encontrar, conhecer e seguir Cristo, Luz do mundo, Vida e nossa Ressurreição!”

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO


ADORAÇÃO DA CRUZ


PROCISSÃO


VIGÍLIA PASCAL


FOTOS CEDIDAS GENTILMENTE PELA PARÓQUIA SÃO JOSÉ
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terça-feira, 10 de abril de 2012

Sozinho Nao Posso Mais Viver.



Sem ele não é possível ficar, quem somos nós para acharmos isso? Obrigado meu Deus pela minha vida, que seja feita sua vontade em minha vida.
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OS SACRAMENTOS



OS SACRAMENTOS

Para nos transmitir a graça, para nos fazer andar no caminho da salvação, Jesus instituiu sete cerimônias sagradas, que a Igreja chama de Sacramentos. São elas:
1 – Batismo
2 – Crisma ou Confirmação
3 – Eucaristia
4 – Confissão ou Penitência
5 – Extrema Unção
6 – Ordem
7 – Matrimônio

Sacramento é um sinal sensível, instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para nos dar a graça santificante e as graças de cada Sacramento, e realizado durante uma cerimônia da Igreja Católica.

- sinal sensível – é o que pode ser percebido, é o que nós podemos ver, ouvir, cheirar, segurar, perceber o gosto. Todos os Sacramentos têm uma parte sensível porque podemos vê-los e ouvi-los. Por exemplo, quando vemos a água derramada na cabeça da criança, na Igreja, sabemos que se trata de um Batismo. Chamamos o sacramento de sinal porque esta parte visível indica que se realizou uma parte invisível:

- graça santificante e graça do Sacramento – é o que, no Sacramento, não pode ser percebido pelos sentidos. É a sua parte invisível, espiritual, é a parte mais importante. É a presença de Deus na nossa alma: sua presença santificante e sua ajuda especial ligada a cada Sacramento. Não se pode ver que uma alma fica limpa do pecado original, mas nós sabemos que aquele sinal sensível que nós vemos (a água e as palavras do Batismo) mostra que a alma ficou limpa do pecado original (graça do Batismo).
Na Crisma, a unção do óleo (sensível) representa a força da Fé, seu aperfeiçoamento (a graça invisível), mas é essa unção que realiza esse fortalecimento da Fé.

- O sacramento realiza aquilo que ele significa. Esta é a mais impressionante característica dos sacramentos. Eles são cerimônias eficazes, eles conferem a graça pela força própria que eles têm. Não é um sinal que dependa da nossa convicção, da nossa fé, como acontece com a água benta e os demais sacramentais. É um sinal que realiza, que faz aquilo que ele exprime. Se o rito do batismo é sinal da alma limpa do pecado original, nós sabemos com certeza de fé que, de fato, a alma batizada foi limpa do pecado original. Que a alma crismada tornou-se Soldado de Cristo, que a alma que morreu recebendo a extrema-unção foi para o juízo final preparada pela Igreja, que os nossos pecados foram verdadeiramente perdoados. E assim para todos os sacramentos.

Assim, todos os Sacramentos, com uma cerimônia percebida pelos sentidos, significam uma graça invisível, dada por Deus. Mas de onde vem esse poder dos Sacramentos, de dar a graça? Eles têm essa força porque foi Jesus Cristo quem os instituiu. Jesus realizou cada um deles pela primeira vez e deu aos Apóstolos o poder de continuar a realizá-los. Devemos respeitar os Sacramentos, a graça e o poder de Jesus Cristo que está neles, e recebê-los sempre dignamente. Na Missa, na Comunhão, na Confissão e em todas as cerimônias na Igreja, devemos ficar sérios, compenetrados, sem brincadeiras. Dentro da Igreja, andar devagar, mãos postas, em sinal de oração, bem vestidos por respeito às coisas sagradas que vivemos naqueles momentos. Peçamos ao Espírito Santo o dom de Piedade, para receber sempre dignamente os Sacramentos.

“O rei da França, Carlos Magno, desejava a dignidade e os direitos de Imperador e pediu-os ao Papa. Numa grande Igreja de Roma, o Papa pôs uma coroa de ouro na cabeça de Carlos Magno. Assim o Papa dava a Carlos Magno os direitos e a dignidade de Imperador. A imposição da coroa podia se ver. A dignidade e os direitos de Imperador não se podiam ver. A imposição da coroa designava a colação da dignidade de Imperador. Mas, por esta coroação, o Papa não só representava a dignidade Imperial, mas também dava verdadeiramente aquela dignidade. Na cabeça, Carlos Magno recebeu a coroa visível. Na alma, recebeu a dignidade invisível. A coroação era um sinal sensível que dava a dignidade imperial invisível.”

A parte sensível dos Sacramentos se divide em duas: a matéria e a forma. Cada Sacramento tem uma matéria: é aquilo que vemos, a matéria usada pelo ministro. Cada Sacramento tem uma forma: é a frase dita pelo ministro na realização do Sacramento.
A parte invisível dos Sacramentos é a graça sacramental. Vamos estudar, para cada Sacramento, a matéria, a forma e a graça sacramental.

Matéria, Forma e Graça Sacramental dos 7 Sacramentos

BATISMO:

Matéria – água

Forma – “Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.”
Graça – Apaga o pecado original – nos torna filhos de Deus – é o nascimento espiritual.

CRISMA:

Matéria – o óleo sagrado chamado Santo Crisma.

Forma – “Eu te marco com o Sinal da Cruz e te Confirmo com o Crisma da Salvação, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.”
Graça – Nos confirma na Fé, nos torna Soldados de Cristo – é o crescimento espiritual.
EUCARISTIA:

Matéria - O pão e o vinho consagrados na Santa Missa.

Forma - "Isto é o meu Corpo" - para a consagração do pão; "Este é o cálice do meu sangue, do sangue da nova e eterna aliança, mistério da Fé, que será derramado para vós e para muitos para o perdão dos pecados" -, para a consagração do vinho.
Graça - É a presença do próprio Jesus Cristo na nossa alma, com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade - é o alimento espiritual.

CONFISSÃO:

Matéria - Os pecados confessados diante do Padre. Forma - "Eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém."
Graça - O perdão dos pecados - devolve a graça santificante - é o remédio espiritual.

EXTREMA UNÇÃO:

Matéria - O óleo sagrado chamado Óleo dos Enfermos.

Forma - "Por esta santa unção, que o Senhor te perdoe todos os pecados que fizeste pela... (a unção é feita nos olhos, boca, ouvido, nariz, mãos e pés)."
Graça - Prepara nossa alma para ir para o Céu - apaga os pecados veniais, as imperfeições e até pecados mortais - reanima o corpo doente.

ORDEM:

Matéria - A imposição das mãos pelo Bispo.
Forma - A oração consecratória na ordenação sacerdotal. Graça - Dá ao Padre o poder de celebrar a Missa e outros Sacramentos.

MATRIMÔNIO:

Matéria - O contrato entre os noivos.
Forma - A aceitação pública do contrato - o "sim". Graça - Capacidade de ter e educar os filhos, viverem juntos em harmonia, e buscando a vida eterna.
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domingo, 8 de abril de 2012

Um novo amanhecer


Um novo amanhecer

Depois de ter vivido quarenta dias, a Quaresma, sem cantar Aleluia, neste domingo de Ressurreição com todos os nossos irmãs e irmãos cristãos somos convocados a proclamar com alegria "Aleluia, o Senhor Ressuscitou, Aleluia"!
Nossa fé na Ressurreição de Jesus, causa de nossa alegre esperança, porque a vida venceu a morte, se baseia na fé dos primeiros e primeiras discípulos/as de Jesus que reconheceram ressuscitado ao crucificado!
Porque ninguém viu a ressurreição, o agir ressuscitador de Deus, age no silêncio e no segredo e na intimidade de seu seio regenerador. Mas a comunidade cristã foi percebendo e compreendendo aos poucos, pela ação do Espírito, que seu Mestre tinha ressuscitado e continuava vivo no meio deles.
Invadiu-os a certeza de que Deus tinha resgatado Jesus da morte, confirmando a veracidade e o valor de sua vida, palavra, de sua Causa. Deus está do lado de Jesus, do lado dos crucificados.
Nessa experiência fundante da primeira comunidade, se baseia a força missionária da Igreja que através dos séculos continua proclamando "O Senhor Ressuscitou, verdadeiramente, aleluia!".
As primeiras palavras do evangelho de hoje "No primeiro dia da semana", nos remetem ao relato da criação do livro do Gênese, desta maneira São João nos quer situar diante de uma nova criação: a ressurreição. Ela foi o ato supremo da criação, a maior obra de Deus.
Como e onde percebemos a ressurreição de Jesus? Somos comunicadores, com nossa fragilidade e pequenez, com nossa vida e palavra que a vida, o amor vencem a morte?
É importante levar em conta que tanto Maria Madalena como Pedro e o discípulo amado simbolizam a comunidade cristã, e o processo que ela faz para perceber e acreditar na Ressurreição de Jesus.
Em Maria Madalena vemos uma comunidade que ainda está sofrendo pela morte chocante de Jesus, por isso o evangelho frisa que ainda estava escuro, quando ela foi ao sepulcro.
Podemos imaginar os sentimentos de dor e desorientação dessa mulher, que seguiu com tanto amor àquele que a tinha libertado, devolvido sua dignidade e dado sentido à sua vida.
Entretanto, o amor corajoso desta mulher a Jesus, leva-a a ir sozinha ao sepulcro, mostrando, assim, a busca da comunidade cristã ansiosa de vida e de amor que, sem saber como será possível, espera que a morte não seja a última palavra.
Ela se dirige ao lugar onde tinha sido colocado o corpo morto de seu Mestre, o túmulo. E vê que ele está vazio, porque Deus não aceitou a morte de seu filho amado.
Mas o túmulo vazio por si só é um sinal ambíguo, sujeito a várias interpretações. É um sinal que fala a todos e leva a refletir na possibilidade da ressurreição. É um convite à fé, mas não leva ainda a fé.
Nesta perícope de João, o verbo ver é citado quatro vezes. É a través dos diferentes "ver" de Maria Madalena, Pedro e o discípulo amado, ou seja da comunidade, que se mostra o processo que ela faz para passar desde a dor da morte à fé na ressurreição.
As palavras de Maria Madalena aos discípulos mostram claramente que ela pensa que tinham roubado o corpo do Senhor. Esse é o primeiro impacto que sacode a comunidade, e a faz reagir.
Por isso os dois discípulos saem correndo, o discípulo que leva o apelido do amado de Jesus, que esteve com ele na cruz, chega primeiro e: " Inclinando-se, viu os panos de linho no chão, mas não entrou". Ele percebe que há sinais de vida, mas ainda não alcança a plena compreensão do que aconteceu.
Num gesto de reconhecimento, Pedro deixa que ele entre primeiro no túmulo. E Pedro "viu os panos de linho estendidos no chão e o sudário que tinha sido usado para cobrir a cabeça de Jesus..."
Por que o evangelista tem tanta preocupação em descrever como estavam os panos que cobriam o corpo e rosto de Jesus? Talvez para fazer lembrar que ali esteve verdadeiramente o corpo morto de Jesus e o fato de que os panos se encontrem tão ordenadamente dobrados mostra que não foram ladrões quem levaram o corpo.
Finalmente o discípulo amado entra no túmulo e ele "viu e acreditou"! A fé do discípulo amado sofre um salto qualitativo. No lugar onde jazia morto seu mestre amado, os olhos de sua fé se abrem e consegue compreender que Jesus está vivo! Ressuscitou!
Essa fé nova que tem o discípulo amado é dom da graça de Deus, que lhes concede acreditar que Deus tirou do sepulcro da morte o seu Filho, ressuscitou-o!
Em Cristo Ressuscitado, recebemos a resposta definitiva de Deus: não à morte, mas à vida é a última palavra que Ele, Deus, pronunciou sobre o destino humano.
Por isso nosso futuro está aberto, podemos ser sempre homens e mulheres de esperança, porque, com a ressurreição de Jesus, entrou na nossa história o sorriso de quem venceu a morte e goza das primícias de uma vida nova, o sorriso da esperança!
A fé no Ressuscitado nos impulsiona a ir ao encontro dos crucificados de hoje, nos colocar a seu lado, para partilhar com eles este sorriso, a certeza alegre que Deus está vivo no meio de nós, ressuscitando, libertando da morte e fazendo uma nova criação.
Olhemos ao nosso redor. Somos capazes de reconhecer a ação de Deus ressuscitando seu povo? Onde? Nossa vida comunica esse sorriso de esperança que brota da fé no Ressuscitado?

Fonte – http://www.ihu.unisinos.br

Oração

Depois de ter feito esta reflexão sobre o evangelho, peçamos a Deus que abra os olhos de nossa fé para reconhecer sua Presença ressuscitada em nossa vida, em nosso mundo. Convido vocês a fazerem deste poema uma oração.

Hoje novo amanhecer

Senhor,
Que nenhum novo amanhecer
Venha iluminar minha vida
Sem que meu pensamento
Se dirija à tua Ressurreição
E se que eu vá, em espírito,
Com os meus pobres aromas,
Ao sepulcro vazio do horto.
Que todo amanhecer, seja para mim.
A manhã da Páscoa!
Que todo dia, todo despertar,
Trazendo-me a alegria da Páscoa,
Traga-me também a conversão profunda:
Aquela em que, toda situação,
Em todo ser humano, eu te conheça.
Como queres ser conhecido hoje,
Não como me parecias ontem,
Mas com te mostras a mim agora.
Que todo episódio da jornada
Seja um momento no qual eu te ouça
Chamar-me pelo nome,
Como chamaste "Maria"!
Concede-me responder-te
Apenas com umas palavras,
Com todo o meu coração:
"Meu Mestre".

(Monge oriental anônimo)
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