JESUS CRISTO

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SEM JESUS CRISTO NADA SOMOS - NOSSA OBRIGAÇÃO COMO CRISTÃOS - DIVULGAR CADA VEZ MAIS SEU NOME E SEUS ENSINAMENTOS - PORQUE SÓ ELE SALVA

domingo, 23 de setembro de 2012

Filho do Homem entregue nas mãos dos homens


O Filho do Homem entregue nas mãos dos homens


Irmão e irmãs, como discípulos missionários, ouvintes da palavra, neste Domingo fazemos memória do Cristo que veio como servidor dos pequenos.

Ele nos ensina que quem quer ser o primeiro deverá ser o último. E que, em vez de competir, deverá servir.

Dispostos a nos tornarmos companheiros na missão.

A revelação do caminho de Jesus como o servo que enfrentará a morte injusta desafia os discípulos, presos a idéia de um Messias rico e poderoso.

É necessário tornar-se criança e assumir o serviço gratuito. Eis o grande desafio...

Colocar-se a serviço da comunidade exige humildade. Examminemos nossa consciência e peçamos perdão pelas vezes que buscamos ser mais importantes que nossos irmãos e irmãs, causando desunião e discórdia em nossa comunidade, em nossa família ou em nosso trabalho.


LEITURA DA CARTA DE SÃO TIAGO (tg 3, 16 – 4,3)

Caríssimos: “Onde há inveja e rivalidade, ai estão as desordens e toda espécie de obras más.

Por outra parte, a sabedoria que vem do alto é, antes de tudo, pura, depois pacífica, modesta, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem fingimento,

O fruto da justiça é semeado na paz para aqueles que promovem a paz.

De onde vêm as guerras? De onde vêm as brigas entre vós? Não vêm, justamente das paixões que estão em conflito dentro de vós?

Cobiçais, mas não conseguis ter. Matais e cultivais inveja, mas não conseguis êxito. Brigais e fazeis guerra, mas não conseguis possuir. É a razão esta em que não pedis. “Pedis, sim, mas não recebeis, porque pedis mal. Pois só quereis esbanjar o pedido nos vossos prazeres.



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domingo, 9 de setembro de 2012

Consagração ao Preciosíssimo Sangue de Jesus Cristo


Consagração ao Preciosíssimo Sangue de Jesus Cristo



Senhor Jesus cristo, em nome, e com o poder de vosso Sangue Precioso, selamos cada pessoa, fato ou acontecimento através dos quais o inimigo nos queira prejudicar.

Com o poder do Sangue de Jesus, selamos toda potência destruidora no ar, na terra, na água, no fogo, abaixo da terra, nos abismos do inferno e no mundo no qual hoje nos moveremos.

Com o poder do Sangue de Jesus, rompemos toda interferência e ação do Maligno. Pedimos-vos, Senhor, que envieis aos nossos lares e locais de trabalho a Santíssima Virgem Maria, acompanhada de São Miguel, São Gabriel, São Rafael e toda sua corte de santos anjos.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos nossa casa, todos os que a habitam (nomear a cada um), as pessoas que o senhor a eles enviará, assim como todos os alimentos e os bens que generosamente nos concede para nosso sustento.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos terra, portas, janelas, objetos, paredes e pisos, o ar que respiramos e na fé colocamos um círculo de seu Sangue ao redor de toda nossa família.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos os lugares onde vamos estar neste dia e as pessoas, empresas e instituições com quem vamos tratar.

Com o poder do Sangue de Jesus, lacramos nosso trabalho material e espiritual, os negócios de nossa família, os veículos, as estradas, os ares, as ruas e qualquer meio de transporte que haveremos de utilizar.

Com o vosso Preciosíssimo Sangue, lacramos os atos, as mentes e os corações de nossa Pátria afim de que vossa paz e vosso Coração ao fim nela possam reinar.

Nós vos agradecemos Senhor, por vosso Preciosíssimo Sangue, pelo qual nós fomos salvos e preservados de todo mal. Amém.


Ladainha ao Preciosíssimo Sangue de Jesus Cristo

Senhor tende piedade de nós.
Cristo tende piedade de nós.
Senhor tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo atendei-nos.

Deus Pai dos céus tende piedade de nós.
Deus Filho, redentor do mundo tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Sangue de Cristo, Sangue do Filho Unigênito do Eterno Pai, salvai-nos.
Sangue de Cristo, Sangue do Verbo de Deus encarnado, salvai-nos.
Sangue de Cristo, Sangue do Novo e Eterno Testamento, salvai-nos.
Sangue de Cristo, correndo pela terra na agonia, salvai-nos.
Sangue de Cristo, manando abundante na flagelação, salvai-nos.
Sangue de Cristo, gotejando na coroação de espinhos, salvai-nos.
Sangue de Cristo, derramado na cruz, salvai-nos.
Sangue de Cristo, preço da nossa salvação, salvai-nos.
Sangue de Cristo, sem o qual não pode haver redenção, salvai-nos.
Sangue de Cristo, que apagais a sede das almas e as purificais na Eucaristia, salvai-nos.
Sangue de Cristo, torrente de misericórdia, salvai-nos.
Sangue de Cristo, vencedor dos demônios, salvai-nos.
Sangue de Cristo, fortaleza dos mártires, salvai-nos.
Sangue de Cristo, virtude dos confessores, salvai-nos.
Sangue de Cristo, que suscitais almas virgens, salvai-nos.
Sangue de Cristo, força dos tentados, salvai-nos.
Sangue de Cristo, alívio dos que trabalham, salvai-nos.
Sangue de Cristo, consolação dos que choram, salvai-nos.
Sangue de Cristo, esperança dos penitentes, salvai-nos.
Sangue de Cristo, conforto dos moribundos, salvai-nos.
Sangue de Cristo, paz e doçura dos corações, salvai-nos.
Sangue de Cristo, penhor de eterna vida, salvai-nos.
Sangue de Cristo, que libertais as almas do Purgatório, salvai-nos.
Sangue de Cristo, digno de toda a honra e glória, salvai-nos.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós, Senhor.

V. Remistes-nos, Senhor com o Vosso Sangue.
R. E fizestes de nós um reino para o nosso Deus.

Oremos:

Todo-Poderoso e Eterno Deus, que constituístes o Vosso Unigênito Filho, Redentor do mundo, e quisestes ser aplacado com o seu Sangue, concedei-nos a graça de venerar o preço da nossa salvação e de encontrar, na virtude que Ele contém, defesa contra os males da vida presente, de tal modo que eternamente gozemos dos seus frutos no Céu. Pelo mesmo Cristo, Senhor nosso. Assim seja.

Oferecimento

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Sangue preciosíssimo de Jesus Cristo em desconto dos meus pecados, em sufrágio das santas almas do Purgatório e pelas necessidades da Santa Igreja e por todos os doentes.

Súplica a Nossa Senhora

Mãe Dolorosa, peço-vos pelo Vosso sofrimento na morte de Vosso Filho, que ofereçais ao Pai Eterno o precioso Sangue que jorrou das Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo Crucificado pelos pobres Sacerdotes transviados, que se tornaram infiéis a sua sublime vocação, para que quanto antes voltem junto ao Bom Pastor.

Fonte: http://www.discursodaalma.com.br


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As Causas das Doenças Espirituais


As Causas das Doenças Espirituais


Sem perceber ou de maneira muito sutil, nós estamos absorvendo a “cultura de morte” destes nossos tempos cada vez mais sem Deus.

Já dizia o nosso saudoso papa João Paulo II: “Precisamos combater essa cultura de morte, ensinando ao nosso povo a cultua da Verdade”. Nesta “cultura” que prega o aborto, o adultério, os pecados capitais de forma engraçada e envolvente, assim estão nos enredando nos laços do maligno, com novelas, filmes, propagandas, por isso, precisamos abrir os olhos e o coração para ficarmos mais espertos. “Sede prudentes como as pombas e ágeis como as serpentes”. (cf Mateus 10,16) Os pecados capitais são doenças espirituais, que se alojam em nossa mentalidade, no nosso comportamento, atingindo a quem comete, mas também aos outros. “O pecado é uma falta contra a razão, a verdade, a consciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro, para com Deus e para com o próximo”. (CIC A vida em Cristo, artigo 8; O Pecado).
Eles atingem gravemente a nossa alma, prejudicando também o corpo e as relações sociais, o pecado é uma doença perigosa, que mata de dentro para fora e em silencio. Ensina-nos a Igreja que “o pecado cria uma propensão ao pecado, gera o vicio pela repetição dos mesmos atos”, ai encontra-se um estagio de doença espiritual. São chamados capitais porque geram outros pecados, outros vícios, são o orgulho, avareza, a inveja, a ira, a luxuria, a gula e a preguiça. Diagnosticar é um excelente passo para libertar-se deles, todos nós temos um pouco de cada um deles, não se escandalize. Agora vamos avaliar o que são e como agem em nós.

Orgulho: sentimento de dignidade pessoal, brio, altivez, amor próprio demasiado, soberba, que por sua vez é orgulho excessivo, arrogância, aquele que se julga elevado, acima dos outros. O orgulho tem principio positivo, pois nos da capacidade e o sentimento de preservação pessoal, dignidade, mas quando se torna desequilibrado, é capaz de subjugar os outros, passar por cima, ser sempre superior, humilhar, gera a auto-suficiência e vai ficando cada vez mais serio.

Avareza: é apego sórdido ao dinheiro. Sórdido quer dizer que vem de sordidez, estado de imundície, coisa ou pessoa suja, nojenta, repugnante, infâmia, torpeza. A pessoa avarenta se deixa escravizar e dominar pelo dinheiro ou pelos meios que levam a ele faz qualquer coisa. Ela é escrava do dinheiro e daí pode-se imaginar aonde chega essa pessoa, a corrupção é um dos sintomas mais conhecidos.

Inveja: é um vicio capital que designa a tristeza sentida diante do bem do outro e do desejo incontrolado de sua apropriação, mesmo indevida, não suporta ver a alegria e o sucesso dos outros. A pessoa invejosa é capaz de roubar ou desejar o mal quando dominado por essa doença. Da inveja nasce o ódio, a maledicência, a calúnia, a alegria causada pela desgraça do próximo. Enfim, inveja é arma predileta do demônio.

Ira ou raiva: é um desejo da alma em primeiro lugar contra todo o mal e o pecado, para dele se proteger, mas a ira descontrolada é um desejo de vingança, que é contrario a virtude da justiça. O ódio voluntário é contrario a caridade, quando o homem quer deliberadamente o mau do outro, e chega a cometê-lo prejudicando ou pior, quando chega através da ira a ferir e até matar o seu semelhante, isso é um pecado mortal.

Luxuria ou impureza: é um desejo desordenado, desequilibrado ou um gozo desregrado do prazer venéreo, ou seja, do prazer sexual, que por si é uma coisa boa, a nossa sexualidade é um dom de Deus e foi nos dada para nossa felicidade. A luxuria se caracteriza quando o prazer sexual é normalmente desordenado, quando é buscado por si mesmo, isolado das finalidades de união dos esposos que se amam, e da procriação, filhos que são o cume do prazer sexual, o objetivo do prazer sexual é o amor, que pensa sempre em primeiro lugar realizar o outro. Portanto, a luxuria leva ao pecado da impureza sexual, da fornicação, da pornografia, da prostituição. A pessoa fica escrava do sexo e por ele pode se vender.

Gula: Excesso na comida e na bebida, apego excessivo ao prazer da boca e do estomago, de maneira descontrolada, perdendo o senso da refeição, lugar de encontro e de experimentar o que se come. Quem controla a boca, consegue controlar o resto do corpo, dizia os santos antigos, este pecado da gula está ligado ao pecado sexual. A pessoa gulosa está escrava da comida, vive para comer e não come para viver.

Preguiça ou tibieza: Aversão ao trabalho, indolência, alguém insensível, apático, hesitação ou negligência em responder aos apelos naturais, ao amor de Deus, recusa entregar-se ao dinamismo da caridade. A pessoa preguiçosa fica quase imprestável, a tibieza ou preguiça espiritual chaga a recusar até a alegria que vem de Deus e a ter horror ao bem divino. Nossa como temos pessoas doentes em nossa sociedade, pois decidiram “matar” a Deus.

Como ficar longe de tudo isso? Lembrem-se nós somos templos do Espírito Santo desde nosso batismo, Ele é o dinamismo de Deus e a saúde de nossa alma, por isso, nos convém consultar sempre esse médico, que nos anima e nos protege com os seus dons e virtudes destas doenças espirituais. Veja: “O fruto do Espírito, porem, é: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, lealdade, mansidão, domínio próprio. Se vivemos pelo Espírito, pelo Espírito pautemos também nossa conduta”. (cf Gálatas 5,22-25). O segredo é a vida espiritual, intimidade com Deus!

Rezemos: Pai Santo e cheio de misericórdia, que conhece os nossos corações e nossas fraquezas, dai-nos uma porção dobrada do Teu Espírito, para fortalecer a nossa alma em busca das virtudes e da santidade, e não nos deixes ser vencidos pelo pecado, mas nos rendamos ao vosso amor, que tudo perdoa. Amém

Minha benção fraterna.

Pe. Luizinho, Com Canção Nova.

CIC é Catecismo da Igreja Católica

Fonte: http://www.discursodaalma.com.br


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Ave-Maria


Ave-Maria



Ave Maria cheia de graça
Ó MARIA CHEIA DE BENÇÃO DE DEUS
o Senhor é convosco
O SENHOR ESTA ENTRE NÓS
bendita sois vós entre as mulheres
ESCOLHIDA ENTRE TODAS AS MULHERES
bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
ESCOLHIDO FOI O TEU VENTRE, PARA GERAR JESUS
Santa Maria Mãe de Deus
VIRGEM E PURA MÃE DE DEUS
rogai por nós pecadores
GUIA-NOS E AJUDA-NOS, POIS SOMOS HUMILDES PECADORES.
agora e na hora de nossa morte.
EM TODOS OS MOMENTOS DE NOSSAS VIDAS.
Amém

PARA SEMPRE SEJA LOUVADA
E QUE CUMPRA-SE EM MIM
A TUA VONTADE..
ASSIM SEJA


Fonte: http://www.catequisar.com.br/


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Orações e Preces


Orações e Preces



Santo Afonso, conhecido como Doutor da Oração, foi um homem que muito orou. Em média ele dedicava oito horas diárias de oração.

Todo cristão tem a necessidade absoluta de pedir a Deus a salvação e de como o devemos fazer. Santo Afonso recomendava que todos fizessem pelo menos uma hora de oração diária, além de freqüentes e rápidas preces nas diversas oportunidades do dia. A graça de orar é dada normalmente a todos e, mediante a oração, todos podem obter de Deus os outros auxílios necessários para a salvação.

Sem a oração, segundo a providência ordinária de Deus, serão inúteis todas as meditações, todos os propósitos e todas as promessas. Deus não concede senão a quem reza e reza com perseverança. A oração consiste propriamente na elevação da alma a Deus.

A oração à luz da Bíblia
As Sagradas Escrituras são ricas em passagens que reforçam a prática da oração. Eis algumas delas:

Citação Bíblica

Localização
É preciso rezar sempre e nunca descuidar
Lc 18, 1
Vigiai e orai para não cairdes em tentação
Mt 25,41
Pedi e dar-se-vos-á
Mt 7,7
Chama por mim, e eu te ouvirei
Jr 33, 3
Invoca-me e eu te livrarei
Sl 49, 15
Vosso Pai que está nos céus dará bens aos que lhe pedirem
Mt 7,11
Todo aquele que pede, recebe; todo o que busca, acha
Lc 11,10
Tudo o que pedirdes orando, crede que haveis de receber e que assim vos sucederá
Mc 11,24
Vinde a mim todos os que trabalhais e vos achais carregados e eu vos aliviarei
Mt 11, 28
A oração é alimento para a alma

São João Crisóstomo dizia: “assim como a alma dá a vida ao corpo, assim também a oração mantém a vida da alma. Assim como o corpo não pode viver sem a alma, assim a alma sem a oração está morta e exala mau cheiro”. Portanto enquanto a comida é o alimento para o corpo, a oração é o alimento para a alma.

A oração é uma arma
A oração é a mais poderosa arma para nos defendermos dos nossos inimigos. Adão pecou porque não rezou quando foi tentado.

Necessidade da oração.
Deus sabe como a oração é útil para conservar a humildade e para exercer a confiança. São Francisco de Assis já dizia que sem a oração, nunca pode uma alma produzir bons frutos. Já São João Crisostomo dizia que o homem mais poderoso é o que reza. Rezemos orações curtas, mas fervorosas! Se não nos salvarmos, a culpa é nossa.

Intercessão dos Santos
Conforme o Concílio de Trento, é lícito e útil invocar santos como intercessores, para ele suplicarem, pelos merecimentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, o que nós por nossos deméritos não somos dignos de receber.

A oração e as almas do purgatório
São Tomas afirmava que as almas do purgatório estão em estado de expiação, e, por isso, são inferiores a nós. Não se acham em condição de rezar por nós, mas, pelo contrário, necessitam de nossas orações. Manda a caridade que socorramos o próximo em suas necessidades, incluindo-se aqui as benditas almas do purgatório. Elas, apesar de não estarem mas nesta vida, nem por isso deixam de pertencer à comunhão dos santos. Santo Agostinho já dizia que as almas dos fiéis defuntos não estão separada da Igreja. Aqui vai um lembrete, segundo São Boaventura, que afirmava que as almas do purgatório são tão pobres que não podem satisfazer por si próprias à justiça divina.

Nós, com os nossos sufrágios e, principalmente com as orações recomendadas pela Igreja, bem podemos auxiliar aquelas santas almas. Se algum de nós obtiver, com suas orações, a salvação de uma alma do purgatório e a sua entrada no céu, essa alma dirá a Deus: “Senhor, não permitais se perca quem me livrou das chamas do purgatório”. Santo Agostinho já dizia que quem nesta vida mais socorrer as almas do purgatório, Deus fará com que seja também socorrido por outro, quando estiver lá no meio daquelas chamas.

Deus nos atende a qualquer hora
São João Crisostomo já dizia que Deus está sempre pronto a ouvir a voz de seus servos e nunca acontecerá que não atenda, sendo invocado como convém. Ele dizia ainda que quando rezamos, antes de terminarmos a exposição de nossas súplicas, Deus já nos atende

O grande papel das súplicas
Todo o nosso cuidado deve consistir em rezarmos com confiança, certos de que, orando, estarão para nós abertos todos os tesouros do céu. S.João Boaventura dizia que todas as vezes que o homem recorre devotamente ao Senhor pela oração, ganha bens que valem mais do que todo o mundo.
Santo Agostinho também dizia que algumas almas devotas empregam muito tempo em ler e meditar, mas pouco se ocupam com as súplicas. Não resta dúvida que a leitura espiritual e a meditação das verdades eternas sejam coisas de utilidade, mais muito mais úteis são as súplicas. Ele dizia ainda que melhor é rezar do que ler: na leitura ficamos conhecendo o que devemos fazer, mas na oração recebemos o que pedimos.

Condições da oração
Rezemos por nós mesmos
Rezemos muito pela conversão dos pecadores
Peçamos as graças necessárias à salvação (os bens temporais não são necessárias à salvação)
Quem pede a Deus humilde e confiadamente coisas necessárias para esta vida, ora é ouvido por misericórdia e ora não é atendido por misericórdia; pois, do que o doente tem necessidade, melhor sabe o médico do que o doente (S. Agostinho)
Quando Deus nos atende é sempre para nosso maior bem
Que rezemos com devoção e perseverança. Com devoção, quer dizer, com humildade e confiança; com perseverança, que dizer, sem deixar de rezar até a morte (S. Tomás)
Considerar que Deus ouve a oração dos humildes e repele a dos orgulhosos.
Lembrar que, por mais carregada que esteja uma alma de pecados, Deus não pode desprezar um coração quem se humilha.
Pedir com fé e sem hesitação alguma;
Considerar que jamais se perdeu quem confiou em Deus
Ter em mente que nenhum pecador arrependido pediu ao Senhor benefícios, sem receber o que desejava.
Considerar, finalmente, que a graça da oração é concedida a todos; Ele quer a salvação de todos e Ele ama os que nele confiam.


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Normas de Comportamento para os Fiéis em Celebrações Católicas


Normas de Comportamento para os Fiéis em Celebrações Católicas


Vinde a mim, mas bem comportados!

Uma editora italiana lançou um livro com normas de comportamento para os fiéis: “Um pouco de etiqueta não faz mal". São orientações para os que forem participar de atos religiosos. Dessas orientações, escolho algumas. Os comentários são meus.

1ª-"Cuide da casa de Deus como se ela fosse a sua casa.”

Nossas Igrejas são construídas com a colaboração de toda a comunidade. Quem já participou de uma comissão de construção sabe quanto sacrifício é necessário até se chegar à sua inauguração. Também a manutenção de uma Igreja exige muita atenção e gastos. Por isso, cuidar do que foi conseguido com muito trabalho é um respeito para com os que colaboraram, além, é claro, de ser uma demonstração de atenção para com uma obra que passou a ser consagrada ao Senhor.

2ª-"Quando entrar numa Igreja cumprimente o dono da casa.”

A casa do Senhor é uma casa de oração. Não entramos nela para nos desligar das preocupações do mundo; entramos ali para levar ao Senhor nossas preocupações e colocá-las em Suas Mãos; entramos para louvá-Lo e agradecer-Lhe os dons recebidos; ou, humildemente, para pedirmos Seu perdão por nossas infidelidades. Na Igreja, o Senhor deve ser o centro de nossas atenções.

3ª-"Vista-se com decência, quando participar de uma cerimônia religiosa.”

Deveria ser óbvio, mas para algumas pessoas não o é: nem toda roupa é adequada para qualquer lugar. Ninguém vai à praia de "smoking" nem ao cinema em trajes de banho. Há roupas que podem ser adequadas para uma festa de aniversário, mas não servem para se ir ao velório. Um pouco de bom senso (e de respeito!) não faria nada mal, quando se trata de pensar na roupa a ser usada em uma celebração religiosa - em casamentos, inclusive!

4ª-"Procure chegar na hora certa!

Normalmente, as celebrações começam na hora marcada. Esse "normalmente" vai por conta dos casamentos, cujos horários acabam dependendo das noivas (leia-se: cabeleireiras, arrumadeiras etc.). Para uma boa participação, é importante a concentração. Chegar antes é garantir a possibilidade de um tempo para a oração pessoal. Nesse ponto, um pouco de organização da própria vida só trará benefícios para a fé.

5ª-"Participe ativamente de todo o ato religioso.”

As celebrações são expressões da oração comunitária. Jesus nos garantiu Sua presença quando duas ou três pessoas se reunirem em Seu Nome (cf. Mt 18,20). Imagine-se a força de Sua presença quando formos quinhentos, mil ou dois mil. Por isso, é importante nossa expressão de unidade com todos os que estão ali conosco, naquele momento de prece.

6ª-"Tome conta das crianças, para evitar que elas perturbem muito.”

É bom, é muito bom levar as crianças para a Igreja. Elas têm uma incrível capacidade de relacionar-se com Deus - basta que alguém as eduque para isso. Que elas nem sempre se sentem à vontade em uma celebração, também é normal. O que não convém é permitir que elas, sistematicamente, distraiam os que estão em sua proximidade. Afinal, são simpáticas, bonitas e engraçadinhas, e prendem mais a atenção do que o melhor orador, mesmo que sacro...

7ª-"Terminada a Celebração, colabore com o clima de concentração e oração do ambiente.”

Quantas pessoas, terminada a Missa ou outra Celebração, gostam de ficar na Igreja. E isso é bom! A Igreja tem o dom de facilitar a oração e, num mundo tão dispersivo como o nosso, é importante que se aproveite ao máximo as oportunidades que nos forem concedidas para momentos assim. No Templo de Jerusalém, Jesus lembrou as Palavras do Salmista: "Minha casa é uma casa de oração” (Mt 21, 13).

8ª-”Lembre-se de desligar o celular antes de começar a Celebração”! "

Preciso fazer algum comentário?... Não preciso, mas aproveito para fazer uma pergunta: há algo que distrai (ou irrita) mais, em uma Celebração, do que o toque de um celular?...
Em síntese: uma Celebração religiosa não é apenas um ato religioso; é, também, um ato social. É possível que, lendo essas regras de etiqueta, você pense em outras que poderiam ser acrescentadas. Se for o caso - e tiver a sua colaboração! - voltarei ao assunto...


Autor: Dom Murilo S. R. Krieger (Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil).


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domingo, 22 de julho de 2012

NÃO HAVIA REPOUSO PARA JESUS E SEUS APÓSTOLOS


NÃO HAVIA REPOUSO PARA JESUS E SEUS APÓSTOLOS


Fiel à aliança de amor. Deus acompanha o povo com olhar de misericórdia. Ele expulsa os encarregados que destroem seu rebanho e propõe pastores fiéis que pratiquem o direito e a justiça. O bom Pastor é Jesus, centro da unidade. Nele todos encontram a paz duradoura. Que a Eucaristia nos ensine a ter olhar de compaixão para os que hoje são como ovelhas sem pastor.

Ser bom, justo e verdadeiro são valores do próprio Deus. Assim devem ser seus pastores. Jesus assumiu a missão de realizar o desejo do Pai. Zelar pelo seu rebanho. Movido de compaixão, começou a ensinar sobre o Reino de deus.

DEUS É O SENHOR DA VIDA

Ao chamar atenção das autoridades, Jeremias recupera a imagem de Deus como Senhor Obsoluto da vida e das coisas. ESSE PRINCÍPIO É A FUNDAMENTAL GARANTIA DA JUSTIÇA. Nenhuma autoridade humana é absoluta! O poder verdadeiro é reservado a Deus, cuja ação gera a vida e estabelece a justiça.

A imagem dos pastores, que se desvirtuam de sua missão, revela a fragilidade da autoridade humana. Se esta autoridade não for limitada pelo poder de deus e nem se submeter ao serviço da vida, corrompe-se e torna-se fonte de opressão e sofrimento


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Eu sou Jesus


Eu sou Jesus


Quando nas horas de íntimo desgosto, o desalento te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos, busca-me: "Eu sou aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lágrimas!".

Quando te julgares incompreendido dos que te circundam e vires que em torno há indiferença, acerca-te de mim:
“Eu sou a luz, sob cujos raios se aclaram a pureza de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos!".

Quando te faltar à calma, nos momentos de maior aflição e te considerares incapaz de conservar a serenidade de espírito, invoca-me: "Eu sou a paciência que te faz vencer os transes mais dolorosos e triunfar nas situações mais difíceis!".

Quando a tristeza e a melancolia te provarem o coração e tudo te causar aborrecimento, chama por mim:
“Eu sou a alegria que insufla um alento novo e te faz conhecer os encantos do teu mundo interior!".

E quando, enfim, quiseres saber quem sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta, á flor que desabrocha e á estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda.

Chamo-me AMOR, o remédio para todos
os males que te atormentam o espírito!


EU SOU JESUS!


Fonte: http://www.catequisar.com.br


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domingo, 15 de julho de 2012

Enviados por Deus, missionários do Evangelho


Enviados por Deus, missionários do Evangelho


Celebrando nossa Páscoa semanal lembramos que o seguimento de Jesus acontece nas ações do dia a dia onde somos chamados a trabalhar com desprendimento e disponibilidade, anunciando corajosamente a Boa Nova, sem nos apegarmos a “coisinhas” que muitas vezes podem dificultar a missão. Acolhamos o convite de Jesus e respondamos ao seu chamado, indo ao encontro dos irmãos e irmãs.

Após terem escutado e convivido com o Senhor, os discípulos foram enviados dois a dois para proclamarem a Boa Nova, pregar a conversão e curar os enfermos, sem se apegarem a futilidade, perdendo tempo com coisas que não são essenciais.

Jesus Cristo ontem...


Jesus Cristo chama e envia seus discípulos em missão. Essa experiência missionária deveria acontecer na mais pura gratuidade e com total despojamento, sem dinheiro e só com uma túnica. Teriam de confiar na providência divina e na lei da hospitalidade existente na época. De dois a dois, tinham o ideal de pregar e Palavra para que todos se convertessem , lutar contra todo e qualquer mal e curar os doente. O que esta experiência missionária tem a nos dizer hoje?

Jesus, naquele tempo, chamou e enviou seus discípulos em missão. Hoje, nós somos seus discípulos e discípulas, também chamados e convidados a partir em missão, independentemente de sermos casados(as), solteiros(as), padres ou religiosos(as).


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Benefícios que fluem do Sangue de Jesus


Benefícios que fluem do Sangue de Jesus


O sangue de Jesus nos redime do pecado e do poder das trevas. "No qual temos a redenção pelo seu sangue...” (Ef. 1:7).

Nós não estamos mais sob condenação ou embaixo do medo! Muitas pessoas foram redimidas e justificadas pelo sangue - mas não sabem disso, porque vivem com medo e em condenação. Foi lhes concedida fé no Senhor - mas não entraram na glória de serem justificadas pelo sangue.

O sangue de Jesus comprou toda a igreja de Deus. ”... Para pastoreardes a Igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue" (At.20:28). “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” 1Pe. 1.18,19.

Resgatados significa recomprados.
A humanidade um dia pertenceu a Deus pela criação, mas perdeu-se através do pecado. O sangue de Cristo é o preço de nossa compra ou redenção... O sangue de Cristo fornece uma ligação imperecível entre Deus e o homem.
O sangue de Jesus derrubou todas as paredes. "Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo, chegastes perto. Pois ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um, e destruiu a parede da separação, a barreira de inimizade que estava no meio" (Ef. 2:13-14).

Na verdade, aqueles que foram aspergidos pelo sangue não têm mais paredes. Todas elas desmoronaram!

O sangue de Jesus nos santifica. ”... O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1Jo. 1:7). Isto deveria colocar no seu rosto um grande sorriso de confiança. Você está santificado - completamente aspergido! Esta é uma tarefa contínua do Espírito.

O sangue de Cristo satisfaz a justiça, trazendo paz “E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus.”.

Foi especificamente o sangue que Jesus Cristo derramou na cruz que satisfez a exigência da santidade de Deus, estabeleceu um acordo de paz com aqueles que o receberam e forneceu os recursos para que toda a criação se reconciliasse com Deus.
Jesus Cristo deu a vida divina no sangue para satisfazer todas as dívidas de pecado da humanidade e para restaurar o acordo de paz entre Deus e o homem.
O sangue de Cristo venceu Satanás e o afugentou. "Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro, e pela palavra do seu testemunho e não amaram a sua vida até a morte" (Ap.12:11).

Qual é a palavra do testemunho? É simplesmente esta: “Eu acredito no sangue”! Eu comprovo o poder dominador e vencedor do sangue de Jesus. Essa passagem retrata satanás expulso para a terra confrontando e acusando os cidadãos do reino de Deus.
A arma primária do povo de Deus contra satanás é o sangue do Cordeiro. O sangue de Cristo, o Cordeiro, faz que o povo de Deus prevaleça, pois responde a todas as acusações do inimigo.

O sangue satisfez todas as acusações contra o povo e uniu-nos a Deus.

O sangue nos dá acesso ao Santo dos Santos ao nosso Pai Celestial sem repreensão. "Portanto, irmãos, tendo ousadia para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus..." (Hb. 10:19).


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domingo, 8 de julho de 2012

A Difícil condição do Profeta


A Difícil condição do Profeta



Não é fácil denunciar os erros e as contradições das pessoas e propor as mudanças que se fazem necessárias. Aqueles que se atrevem a isso são ameaçados, perseguidos e até assassinados. Os profetas de Israel e o próprio Jesus experimentaram a difícil condição do profeta. Contudo, depositaram sua confiança em Deus e foram fiéis à missão que Deus lhes confiou.

Em Babilônia, Ezequiel precisou se armar de muita confiança em Deus para denunciar o pecado daqueles que foram a causa do exilio do povo. Jesus foi rejeitado e desprezado por ser de origem simples e humilde. Como reagimos frente aqueles que questionam as ambiguidades de nossas atitudes e comportamentos

A História da salvação sempre contou com a figura polêmica do profeta. Falando em nome de Deus, Fustiga as consciências para que as pessoas se afastem do mal e procurem o bem. Normalmente são vistos como “estraga prazeres”

A vida do profeta é difícil. É difícil proclamar a vontade de Deus num mundo sem vontade de Deus. Temos a certeza que a palavra frágil do homem ou da mulher, que procuram a verdade, tem a forma humana, mas à força é de Deus. Ela tem a força de mudar os corações. Anunciar a palavra de Deus não em proveito próprio, mas de Deus, tem a recompensa de estar unido(a) Deus. Por outro lado, como escreve Paulo, mesmo que tenhamos o espinho na carne, temos de Deus a promessa “basta-te a minha graça”.


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As imagens na Tradição da Igreja


As imagens na Tradição da Igreja


Na Encarnação do Verbo, Jesus Cristo mostrou aos homens uma face visível de Deus, que quis se servir de numerosos elementos sensíveis (imagens, palavras, cenas históricas…) para nos comunicar a Boa-Nova.

Os cristãos foram, então, compreendendo que segundo a pedagogia divina, deveriam passar da contemplação do visível ao invisível. As imagens, principalmente os que reproduziam personagens e cenas da história sagrada, tornaram-se “a Bíblia dos iletrados” ou analfabetos.

As imagens sempre foram usadas por Jesus e pelos Apóstolos como instrumentos eficazes e reveladores da realidade invisível: para anunciar o Reino de Deus usaram imagens de lírios, pássaros, sal, luz, etc., coisas que estimulavam a compreensão do abstrato através de imagens retiradas do mundo concreto. São Paulo também ensina que o Deus invisível tornou-se visível em Jesus Cristo (cf. Cl 1,15).

A controvérsia iconoclasta, inspirada por correntes judaizantes e heréticas nos séculos VIII e IX, que condenava o uso das imagens, terminou com a reafirmação do culto dessas no Concílio de Nicéia II, em 787.

Os Reformadores protestantes rejeitaram as imagens por causa dos abusos do fim da Idade Média; Lutero, porém, se mostrou bastante liberal com as imagens; não as proibia. Ultimamente entre os luteranos a atitude diante das imagens tem sido submetida à revisão. Lutero disse em 1528:
“Tenho como algo deixado à livre escolha as imagens, os sinos, as vestes litúrgicas… e coisas semelhantes. Quem não os quer, deixe-os de lado, embora as imagens inspiradas pela Escritura e por histórias edificantes me pareçam muito úteis… Nada tenho em comum com os Iconoclastas (quebradores de imagens)” (Da Ceia de Cristo).

S. Clemente de Alexandria († antes de 215) dizia que: “O próprio homem é a imagem viva de Deus”, eis o argumento que repete, acrescentando ainda um adágio frequente na Igreja antiga: “Viste teu irmão, viste teu Deus” (Stromateis I 19 e II 15, PG 8,812 e 1009).

Os cristãos foram percebendo que a proibição de fazer imagens no Antigo Testamento era apenas uma questão pedagógica de Deus com o povo de Israel. As gerações cristãs foram compreendendo que a realidade da Encarnação do Verbo como homem, visível, indicava que eles deveriam subir ao Invisível passando pelo visível que Cristo apresentou aos homens. Assim, começaram a representar e meditar as fases da vida de Jesus e a representação artística das mesmas começou a surgir como um meio valioso para que o povo fiel se aproximasse do Filho de Deus.

É relevante notar que já nas antigas Catacumbas de Roma, os antigos cemitérios cristãos, encontram-se diversos afrescos geralmente inspirados pelo texto bíblico: Noé salvo das águas do dilúvio, os três jovens cantando na fornalha, Daniel na cova dos leões, os pães e os peixes restante da multiplicação efetuada por Jesus, o Peixe (Ichthys), que simbolizava o Cristo…

Note que esses cristãos dos primeiros séculos ainda estão debaixo da perseguição dos romanos. E eles faziam imagens e pintavam figuras. Será que eram idólatras por isso? É lógico que não, eles morriam às vezes mártires exatamente para não praticarem a idolatria, reconhecendo César como Deus e lhe queimando incenso. Ora, se os nossos mártires usavam figuras pintadas, é claro que elas são legítimas.

Nas Igrejas as imagens tornaram-se a “Bíblia dos iletrados”, dos simples e das crianças, exercendo grande função catequética. Alguns escritores cristãos nos contam isso.

S. Gregório de Nissa (†394) escreveu:
“O desenho mudo sabe falar sobre as paredes das igrejas e ajuda grandemente” (Panegírico de S. Teodoro, PG 94, 1248c).

João Damasceno, doutor da Igreja, grande defensor das imagens no Concilio de Nicéia II, disse:
“O que a Bíblia é para os que sabem ler, a imagem o é para os iletrados” (De imaginibus I 17 PG, 1248c).

“Antigamente Deus, que não tem corpo nem face, não poderia ser absolutamente representado através duma imagem. Mas agora que Ele se fez ver na carne e que Ele viveu com os homens, eu posso fazer uma imagem do que vi de Deus.”

“A beleza e a cor das imagens estimula minha oração. É uma festa para os meus olhos, tanto quanto o espetáculo dos campos estimula o meu coração para dar glória a Deus” (CIC, 1162).

“Como fazer a imagem do invisível?… Na medida em que Deus é invisível, não o represento por imagens; mas, desde que viste o incorpóreo feito homem, fazes a imagem da forma humana: já que o inviável se tornou visível na carne, pinta a semelhança do invisível” (I 8 PG 94, 1237-1240).

“Outrora Deus, o Incorpóreo e invisível, nunca era representado. Mas agora que Deus se manifestou na carne e habitou entre os homens, eu represento o “visível” de Deus. Não adoro a matéria, mas o Criador da matéria” (Ibid. I 16 PG 94, 1245s).

O Papa São Gregório Magno († 604), doutor da Igreja, escreveu a Sereno, bispo de Marselha, que ordenou quebrar as imagens:
“Tu não devias quebrar o que foi colocado nas Igrejas não para ser adorado, mas simplesmente para ser venerado. Uma coisa é adorar uma imagem, outra coisa é aprender, mediante essa imagem, a quem se dirigem as tuas preces. O que a Escritura é para aqueles que sabem ler, a imagem o é para os ignorantes; mediante essas imagens aprendem o caminho a seguir. A imagem é o livro daqueles que não sabem ler” (epíst. XI 13 PL 77, 1128c).


O Concílio de Nicéia II (787), com base nos sólidos argumentos de grandes teólogos como São João Damasceno, doutor da Igreja, reafirmou a validade do culto de veneração (não adoração) das imagens. O Concílio distinguiu entre Iatréia (em grego adoração), devida somente a Deus, e proskynesis (veneração), tributável aos santos e também às imagens sagradas na medida em que estas representam os santos ou o próprio Senhor; o culto às imagens é, portanto, relativo, só se explica na medida em que é tributado indiretamente àqueles que as imagens representam. Assim se pronunciaram os padres conciliares:

“Definimos… que, como as representações da Cruz…, assim também as veneráveis e santas imagens, em pintura, em mosaico ou de qualquer outra matéria adequada, devem ser expostas nas santas igrejas de Deus (sobre os santos utensílios e os paramentos, sobre as paredes e de quadros), nas casas e nas entradas. O mesmo se faça com a imagem de Deus Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, com as da… santa Mãe de Deus, com as dos santos Anjos e as de todos os santos e justos. Quanto mais os fiéis contemplarem essas representações, mais serão levados a recordar-se dos modelos originais, a se voltar para eles, e lhes testemunhar… uma veneração respeitosa, sem que isto seja adoração, pois esta só convém, segundo a nossa fé, a Deus” (sessão 7, 13 de outubro de 787; Denzinger-Schönmetzer, Enchridion Symbolorum nº 600s).

Note, então, que muito antes da Reforma Protestante, a Igreja já tinha estudado o uso das imagens; isto foi há cerca de 750 anos antes da Reforma.

A sagrada Tradição da Igreja, sempre assistida pelo Espírito Santo (cf. Jo14, 15.25; 16,12-13) sempre reconheceu o valor pedagógico e psicológico das imagens como um auxílio para a vida de oração.

Todos os santos da Igreja, em todas as épocas, valorizaram as imagens. Santa Teresa de Ávila († 1582), ao ensinar as vias da oração às suas Religiosas, dizia:
“Eis um meio que vos poderá ajudar… Cuidai de ter uma imagem ou uma pintura de Nosso Senhor que esteja de acordo com o vosso gosto. Não vos contenteis com trazê-las sobre o vosso coração sem jamais a olhar, mas servi-vos da mesma para vos entreterdes muitas vezes com Ele” (Caminho de Perfeição, cap. 43,1).

Enfim, Deus não proibiu imagens de maneira absoluta; mas proibiu imagens de ídolos para serem adorados. Sabemos que uma meia verdade é pior do que uma mentira. Não se pode interpretar a Bíblia lendo apenas alguns versículos sobre um determinado assunto; é preciso ler todos os versículos da Bíblia que falam do mesmo assunto para que a interpretação seja correta.

O perigo da interpretação fundamentalista é este: fixar os olhos em um único versículo e querer tirar daí uma interpretação definitiva de uma verdade religiosa. Cai-se no erro

Fonte: servosdarainha. wordpress.com/


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Os nove passos para uma oração de cura e libertação eficaz


Os nove passos para uma oração de cura e libertação eficaz


Como fazer uma boa oração de cura e libertação? Essa é uma pergunta que todo fiel deseja saber. O padre e missionário da Canção Nova Vagner Baia ensina os noves passos para você que deseja se libertar e se curar de algum mal. Confira:

Primeiro passo: Coloque a sua confiança em Jesus, Ele é o único libertador.

Segundo passo: Diga ao Senhor: "Eu estou arrependido dos meus pecados e dos meus erros, não quero mais viver assim. Quero ter uma vida nova, quero renascer em seu amor e banhar-me em seu sangue redentor".

Terceiro passo: Orar não é ficar de boca fechada e, sim, pronunciar a renúncia e a oração. O demônio precisa escutar que você está arrependido, isto é, falar em voz alta (não precisa gritar).

Quarto passo: Acredite, tenha confiança, não precisa ficar repetindo todos os dias as mesmas orações de renúncia ou de libertação. Basta uma só vez. Sempre busque coisas novas para renunciar.

Quinto passo: Você precisa saber que o único acusador entre nós e Deus é o demônio. Não é o Senhor quem está perseguindo você e causando-lhe mal.

Sexto passo: Procure crescer no Espírito Santo, encha-se dos dons e dos frutos d'Ele. Assim que renunciar, peça ao Senhor o batismo no Espírito.

Sétimo passo: Consagre tudo a Deus, principalmente seus sentidos (tato, olfato, audição, paladar e visão). Depois, todo o seu corpo, assim também como os seus bens, seus estudos, seus filhos, seu trabalho, seu salário... Peça para que Deus o abençoe e mande anjos para junto de você na sua casa. Peça para que eles combatam todo o mal ali presente.

Oitavo passo: Se possível, jogue água abençoada em seus bens, na sua casa e, na oração, consagre tudo ao Senhor, dizendo que tudo é d'Ele e que você é apenas um administrador desta graça.

Nono passo: Se você tem uma família, faça as orações com ela, é ótimo. O pai e a mãe têm autoridade para renunciar às contaminações dos filhos e toda a herança de maldição da família.

Deus o abençoe! Amém.


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Quem é Maria Santíssima?


Quem é Maria Santíssima?



Mãe de Deus, caminho da salvação...

1. O caminho da salvação
Por meio dela Deus quis que o Salvador viesse a nós. Deus quis precisar de Maria (Gen. 3,15)... ´Ela te esmagará a cabeça´. É por Maria que devemos ir a Jesus, porque Jesus veio a nós por Ela.

2. É Mãe de Deus
Jesus é Deus. E Maria é Mãe de Jesus. Isabel lhe disse: ´A que devo a honra de receber a Mãe do meu Senhor?´(Lc 1,43) Os santos a chamam de Onipotência Suplicante, isto é, pode tudo com as suas súplicas a seu Filho. TEOTHOKOS (Mãe de Deus) (Gal 4,4)

3. É Imaculada (08 de dezembro)
Isto é, foi concebida no seio de sua mãe (Santa Ana) sem o pecado original, que todos os homens herdam dos pais. Maria foi preservada do pecado original pelo sacrifício de Jesus na Cruz. Deus antecipou para Ela a redenção. Para Deus o tempo não é obstáculo. Este dogma foi proclamado pelo Papa Pio IX, 1854, solenemente, e confirmado pela própria Virgem em Lourdes, quatro anos depois, quando disse à menina Bernadete: ´Eu sou a Imaculada Conceição´, em 1858. Maria foi livre do pecado para que Jesus também o fosse; isto é, livre das cadeias do pecado, da morte e de Satanás, para poder vencê-lo e libertar a humanidade escrava.

4. Maria é sempre Virgem
Maria sempre quis ser Virgem, isto é, consagrada inteiramente a Deus. Mas Deus precisou dela para Mãe de seu Filho. Como para Deus tudo é possível, Ele a preservou Virgem perpetuamente. A Igreja ensina que Ela é Virgem antes do parto, Virgem no parto e Virgem após o parto. É uma glória que Deus quis lhe dar. É dogma de fé. É um milagre, que não pode ser entendido pela ciência. (Concílio de Cápua, Itália, ano 381).

5. É a predileta do Pai
Maria foi à eleita do Pai entre todas as mulheres de todos os tempos e lugares. Isabel, cheia do Espírito Santo lhe disse; ´Bendita és tu entre as mulheres´(Lc 1,42). Foi a sua profunda humildade a razão de sua escolha por Deus. Ela mesma nos ensina isto no Magnificat: ´Ele olhou para a humildade de sua serva´(Lc 1,48). Quem se humilha será exaltado, disse Jesus. Ninguém se humilhou tanto como Maria, por isso ninguém foi tão exaltada como Ela. Ela mesma diz: ´Todas as gerações me proclamarão bem aventurada´(Lc 1,48). Sendo Mãe de Deus, o Rei, Ela foi humilde, simples, silenciosa, sofredora... Maria só apareceu nas horas difíceis: Em Caná da Galileia, no Calvário, na fuga para o Egito, no serviço a Isabel, etc... Os humildes são ocultos. Ela é cheia de graça (Lc 1,30 e 28)

6. Maria é a Esposa do Espírito Santo
Ela concebeu Jesus pelo poder do Espírito Santo (Lc 1,35). Ele é seu Esposo. Onde está Maria está o Espírito Santo. Foi Ela que o trouxe em Pentecostes (At 2). Diz São Luiz de Montfort: ´Quanto mais o Espírito Santo encontra Maria em um coração, mais Ele vem a este coração e o santifica´. Deus quis ter Mãe, escolheu Maria, quis ter uma filha especial, imaculada, escolheu Maria, quis ter uma esposa, escolheu Maria. Que glória a de Maria!

7. Jesus foi submisso a Maria e a José
O criador se fez sujeito à sua criatura E ele lhes era submisso (Lc 2,51). Também no céu Maria continua Mãe de Jesus, a quem Ele tem a alegria de obedecer´. São José, depois de Maria, é o santo de maior glória e poder junto a Deus, por ter sido o eleito para pai adotivo (legal) de Jesus.

8. Maria é vitória de Deus contra o mal
Ela esmaga a cabeça da serpente infernal (Gen 3,15). É preciso estar protegido pelo seu manto virginal. É Ela que está arregimentando hoje o seu Exército de filhos fiéis para dar combate aos pecados do mundo: drogas, vícios, prostituição, homossexualismo, violências, ódios, assassinatos, corrupção, etc... É preciso rezar o Terço todos os dias, até o Rosário todo, para ter a força de Maria. Falar aqui sobre a importância do Rosário. Rezando´o, contemplamos a vida toda de Jesus. Em cada Ave´Maria lhes saudamos com a mesma saudação do Arcanjo Gabriel e Santa Isabel, e pedimos que ela rogue por nós.

9. Ela é medianeira de todas as graças
Maria é o canal de todas as graças. Se Jesus, a maior graça, a salvação, veio por Maria, é lógico que as outras graças, que são menores que essa, também vem por Maria. Ela é a Avenida ampla e perfumada que Deus abriu para chegarmos a Ele. Não queira usar outro caminho. As bodas de Caná mostra o poder intercessor de Maria (Jo 2). Explorar isto. ´Pede á Mãe que o ´Filho atende´.

10. Maria é nossa Mãe
Jesus no´la deu como Mãe, na Cruz. Na hora de sua morte, isto é muito significativo. Ela oferecia Jesus na cruz ao Pai, por nós, ao mesmo tempo Jesus a fazia nossa Mãe. De verdade, não só de palavras. (Jo 19,25´27) ler. Ela é a nossa Mãe espiritual. É ela que forma e modela a nossa alma para Deus. Ela nos leva ao caminho da santidade, de modo rápido, fácil, seguro e curto. Ela adocica a nossa cruz de cada dia, como a Mãe adocica o remédio amargo que o filho precisa beber. Leve Maria para sua casa (no seu coração) como São João o fez. Ela o guiará, sustentará na fé, protegerá nos perigos e ensinará na lei de Deus.

11. Maria foi Assunta ao céu (15 de agosto)
Levada ao céu de corpo e alma. Só Ela e Jesus estão com os seus corpos no céu. Os santos só estão com as suas almas. Os corpos só ressuscitarão no juízo final. Maria já ressuscitou, está gloriosa de corpo e alma diante de Deus e intercede por cada um de seus filhos com poder. Ela prepara para nós um lugar no céu. ´Nós somos cidadãos do céu´(Fil. 3,20) disse São Paulo. Maria nos espera lá. É dogma de fé proclamado por Pio XII em 195.

12. Maria é a Rainha do Universo
Veja (Apoc 12,1). É o universo glorificando a sua Rainha. O sol, a lua e as estrelas eram tudo o que os antigos conheciam do universo. A Mãe do Rei é Rainha. Festa celebrada pela Igreja em 22 de agosto. Todo o poder foi dado a Maria abaixo de Deus, no céu, na terra e nos infernos. Todos lhe foram submissos: anjos, homens, demônios.


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domingo, 17 de junho de 2012

O PRESENTE E O FUTURO NA PALAVRA SEMEADA



O PRESENTE E O FUTURO NA PALAVRA SEMEADA
11º Domingo dp Tempo Comum

Jesus falava ao povo usando parábolas. Elas são pequenas comparações tiradas da vida que ajudavam o povo a compreender o mistério da presença do Reino de Deus.

Desse modo Jesus plantava no coração humano a verdade e o modo pleno de viver.

Construir o Reino, em comunidade, é missão de todos que acolhem a Palavra de Deus e se colocam no seguimento de Jesus

Assim é o Reino de Deus que, semeado entre nós pelo Cristo, vai crescendo e tornando-se uma arvore. Mas o amor, a justiça e a verdade não crescem em corações fechados que não acolhem a semente que é a Palavra de Jesus.

>A Palavra

Jesus fala às multidões. Não usa discursos espetaculares e nem palavreado cheio de sabedoria ou beleza literária. Fala das coisas do dia a dia de uma pessoa das aldeias da Galiléia.

Primeiro, com a comparação da semente que morre na terra, brota, cresce e frutifica, ele diz que a coisa tem que vir de dentro para fora e não depende do esforço pessoal. É Deus quem faz brotar, crescer e frutificar. Fala de semente humilde jogada na terra que brota, nasce e cresce sem que o lavrador se preocupe ou faça força. Não há espetáculo, ninguém vê. Deus faz crescer lentamente por noites e dias.

Com força que vem de Deus, que vem de dentro – depois Ele diz – A menor de todas as sementes pode tornar-se um arbusto que dá abrigo para as aves do céu.

Ai o cristão, Igreja, a comunidade, vai agir na sociedade, fora do âmbito religioso.

Com a força de seu compromisso de fé, que cresceu alimentado por Deus, no silêncio da noite, pode abrigar as aves do céu, pode transformar o mundo

O mistério

Eucaristia não pode ser show, não pode ser espetáculo. É celebrar e alimentar-se da entrega que Jesus faz de si mesmo à morte maldita. É, junto dele, na humildade dos pequenos sinais do pão e do vinho, reviver a entrega dele e reforçar a entrega que fazemos de nós mesmos a serviço de todos, na obscuridade do dia a dia, sustentados por aquele que nos fez brotar, crescer, frutificar e dar abrigo.

Pe. José Luiz Gonzaga do Prado

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domingo, 10 de junho de 2012

Jesus não se deixou vencer pelo Demónio


DEUS CONOSCO

A palavra mais perto de você


10º Domingo do Tempo Comum


O Senhor nos chama ao seu serviço e unidos a Ele podemos colaborar na obra da criação, transformação do mundo e da redenção.
Assim, animados e fortalecidos pelo Espirito Santo, seguindo o exemplo de Jesus, deixemo-nos conduzir pela vontade do Pai.
Guiados pela Palavra da Vida, sejamos construtores do Reino de Deus, lutando e procurando vencer as forças do mal.

O Senhor desde a criação, convoca homem e mulher a participar na obra redentora.
No entanto, o ser humano se faz desatento a essa Palavra, deixando-se conduzir pela palavra tentadora da serpente.
Somos hoje fortalecidos pela Palavra e animados por seu Espirito, chamados a realizar a vontade do Pai.


A afirmação da eternidade de Deus leva-nos à concepção fundamental da onipresença divina, isto é, entendemos que Deus está presente em todas as coisas desde o princípio de tudo.
Por esta razão, a fé torna-se uma atitude de aproximação do ser humano em relação a Deus>


O Pecado contra o Espirito

Muitos cristão ficam intrigados com a questão do pecado contra o Espirito Santo, por que veem as coisas na ótica da condenação.
Os textos da Liturgia de hoje ajudam-nos a compreender que a razão humana é capaz de nos levar a Deus. No entanto, quando diante de sua limitação, o ser humano absolutiza sua razão, negando qualquer abertura à transcendência, como no Gênesis, pena que em seus artifícios racionais elimina a presença de Deus.
Assim, o pecado sem perdão não parte de um juízo radical de Deus, condenando a ser humano, mas da recusa do ser humano à presença de Deus, que dá sentido as suas buscas.
Quem nega a misericórdia divina recusa o Espirito santo e jamais poderá experimentar a alegria do perdão.
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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Festa do Corpo e Sangue de Cristo


Paróquia São José Celebra a Festa do Corpo e Sangue de Cristo

A beleza da solenidade deste dia (07/06 – Corpo e Sangue de Cristo) está no amor de nosso Irmão Maior (Jesus Cristo), que doou sua vida pela humanidade.
Nosso Senhor nos deixou como memorial, para que, repetindo seu gesto de partilha de comida e de bebida, tivéssemos a certeza de que Ele, ressuscitado, continua no meio de nós.
De acordo com o que disse padre João Disner (Pároco de São José), “Que todos nós possamos testemunhar publicamente nossa fé em Jesus Cristo”. Assim seja!






Montagem do tapete

Comunidade da Paróquia de São José
participou ativamente

deste grande dia dedicado a Jesus Cristo.








A MISSA




A procissão com o Santíssimo é a expressão pública de nossa fé. Cristo Eucarístico quer caminhar nas ruas de nossa cidade e estender sobre as pessoas a proteção e as bênçãos divinas.












Festa de Corpus Christi


Buscando realçar a presença real de Cristo na Eucaristia e atendendo a visões da Freira Juliana de Mont Cornillon, o Papa Urbano IV institui a festa de Corpus Christi com a promulgação da bula “Transiturus” no dia 11 de agosto de 1264.
A data é celebrada na primeira quinta feira depois da festa da Santíssima Trindade, é para nós católicos uma extraordinária solenidade em honra do Corpo do Senhor.
Nesta data é confeccionado pelos fiéis o Tapete de Corpus Christi para a procissão do Santíssimo Sacramento utilizando-se de materiais como borra de café, farinha, areia, serragem entre outros.
O Código de Direito Canônico (cânon 944) pede para que nesta data haja testemunho público de veneração à santíssima eucaristia em procissão pelas vias públicas. Nesta festa somos levados a refletir nossa relação com a eucaristia e aprofundar a nossa fé neste mistério.
Se da mesma forma como nos empenhamos para a confecção do tapete, nos empenhássemos na participação da Santa Missa e da Adoração eucarística com certeza este sacramento não seria apenas um preceito como tem sido na vida de muitos católicos.
A eucaristia segundo o Papa João Paulo II é o “centro e a vida da Igreja”, logo quem não tem um profundo amor e uma busca perene a este sacramento não possui a vida que se deveria viver.
São Paulo escrevendo aos Coríntios diz que há existência de muitos adoentados, fracos e mortos na comunidade é consequência de se comer e beber sem distinguir o corpo e o sangue de Cristo.
A missa televisionada é sem dúvida uma oportunidade de participar da mesa da palavra apresentada na liturgia, porém não substitui a presença na celebração da eucaristia na comunidade.
Para nós católicos a eucaristia deveria ser mais que um preceito que temos que observar, mas um encontro com o Cristo ressuscitado.
Jesus nos deixou este ensinamento “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”.
“Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue verdadeiramente uma bebida”. (Cf. Jo 6 53-55). O excesso na comida e na bebida tem levado o homem moderno a obesidade e a embriaguez, e para muitos se tornou uma dependência tanto comer muito como beber muito.
Porém o homem esqueceu-se da verdadeira carne e da verdadeira bebida a qual devemos ser “dependentes” para ganhar a vida eterna. Nós católicos temos por fundamento da nossa fé a tradição, a escritura e o magistério.
Uma afirma a outra, e em todas encontramos o apelo à veneração, adoração e participação da eucaristia. “Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações” (Cf. At 2,42).
Uma das características que evidenciaram a vinda do Espírito Santo foi à perseverança na doutrina dos apóstolos, doutrina esta que até os dias de hoje se observa e se conserva na Igreja Católica, assim podemos afirmar que não existe Pentecostes sem a observação da doutrina dos apóstolos e esta doutrina ainda hoje ensina que é mandamento da Igreja “Participar da missa inteira nos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho”.
Que nesta festa de Corpus Christi, sejamos levados a olhar para a eucaristia como memorial, presença e sacrifício de Cristo.
“Quem quer muitas graças deve ir sempre ao sacrário rezar, quem quer poucas graças deve ir poucas vezes ao sacrário, e quem não quer nenhuma graça não deve ir nunca.” (São João Bosco).

Por Paulo Batista
Coordenador Diocesano do Ministério de Pregação da RCC/FOZ


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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Solenidade de Corpus Christi


Solenidade de Corpus Christi



A Igreja celebra Corpus Christi (Corpo de Deus) como a festa de contemplação, adoração, e exaltação, onde os fiéis se unem em torno de sua herança mais preciosa deixada por Cristo, o Sacramento da sua própria presença.

A solenidade do Corpo de Deus remonta o século XII, quando foi instituída pelo Papa Urbano IV em 1264, através da bula “Transiturus”, que prescreveu esta solenidade para toda Igreja Universal.

A origem da festa deu-se por um fato extraordinário ocorrido ao ano de 1247, na Diocese de Liége-Bélgica. Santa Juliana de Cornillon, uma monja agostiniana, teve consecutivas visões de um astro semelhante à lua, totalmente brilhante, porém com uma incisão escura. O próprio Jesus Cristo a ela revelou que a lua significava a Igreja, a sua claridade as festas e, a mancha, sinal de ausência de uma data dedicada ao Corpo de Cristo. Santa Juliana levou o caso ao bispo local que, em 1258, acabou instituindo a festa em sua Diocese.
O fato, na época, havia sido levado também ao conhecimento do bispo Jacques de Pantaleón que, quase duas décadas mais tarde, viria a ser eleito Papa (Urbano IV), deflagrou a decisão do Papa, e que viria como que a confirmar a antiga visão de Santa Juliana, deu-se por um grande milagre ocorrido no segundo ano de seu pontificado: O milagre eucarístico de Bolsena, no Lácio, onde sacerdote tcheco, Padre Pietro de Praga, colocando dúvidas na presença real de Cristo na Eucaristia durante a celebração da Santa Missa, viu brotar sangue da hóstia consagrada. (Semelhante ao milagre de Lanciano, ocorrido no início do século VIII). O fato foi levado ao Papa Urbano IV, que encarregou o Bispo de Orvietro a levar-lhe as alfaias litúrgicas embebidas com sangue de Cristo. Instituída para toda a Igreja, desde então, a data foi marcada por concentrações, procissões e outras práticas religiosas, de acordo com o modo de ser e de viver de cada pais, de cada localidade.

No Brasil, a festa foi instituída em 1961. A tradição de enfeitar as ruas com tapetes ornamentados originou-se em Outro Preto, Minas Gerais e a prática foi adotada em diversas Dioceses do território nacional. A celebração de Corpus Christi consta na Santa Missa, da procissão e adoração do Santíssimo. Lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento, esse povo foi alimentado com o maná do deserto e hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo. Durante a missa, o celebrante consagra duas hóstias sendo uma consumida e outra apresentada aos fiéis para adoração, como sinal da presença de Cristo Vivo no coração de sua Igreja.


Reflexão:

Os católicos tem plena convicção da presença real de Cristo na Eucaristia. Jesus está verdadeiramente presente, dia e noite, em todos os Sacrários do mundo inteiro. Contudo, nos parece que esta certeza já não reside com tanta intensidade no coração do homem moderno. O maior Tesouro que existe sobre a Terra, “que possui o valor do próprio Deus” a Eucaristia, Cristo a deixou para os homens… de graça! Se mesmo na condição de pecadores, assombramo-nos com o descanso a tão valioso Sacramento, impossível assimilar ao sentimento de Deus ante a indiferença dos homens com a Eucaristia.

Portanto ao aproximarmo-nos do Santo Sacrário, tenhamos a confiança de dizer “Meu Senhor e meu Deus”, certos de que ele está ali, Vivo, Real e verdadeiro a ouvir nossas preces e a contemplar nossa fé. E esta fé, é uma formidável bem-aventurança que recebemos de Jesus, por intermédio das dúvidas levantadas por São Tomé, a quem o Mestre disse: “Crestes, porque me viste. Felizes aqueles que creem sem ter visto!” (Jo 21,29).

Padre Ademar Oliveira Lins



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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Vocês sabem o que significa a palavra padre?


Mensagem dos nossos blogs ao Padre JOÃO DISNER PELA PASSAGEM DOS SEUS 12 ANOS DE VIDA SACERDOTAL.



Vocês sabem o que significa a palavra padre?


Significa “pai”, assim como o pai cuida de seus filhos o padre cuida daqueles que participam da nossa paróquia para que cresçam como verdadeiros filhos de Deus.

Ser padre é ser abençoado e verdadeiramente escolhido por Deus. Sem dúvida nenhuma, somente alguém que tem Deus ao seu lado é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai pode fazer. Um pai espiritual dado pelo Senhor para nos guiar no caminho da salvação.

O padre, como todos nós podemos ver, é o primeiro missionário de nossa comunidade. Ele está sempre conosco, atendendo as necessidades do povo, instruindo, confortando, visitando famílias, doentes, rezando missas, atendendo os pobres. Ser padre não é uma tarefa fácil! Deixar tudo é entregar-se completamente nas mãos do Senhor. Esta vocação pede força e fé. Muita fé.

O padre é sinal de Deus, ele prega a Palavra de Deus e consagra as hóstias, pedacinhos de pão que se tornam o Corpo de Jesus. Por isso Deus chama para a vida sacerdotal quem tem um coração aberto para servir e se desapegar de tantas coisas que para nós, parecem tão importantes. A grande riqueza do padre é Jesus que ele escolheu seguir por toda a vida. O padre precisa de nós tanto quanto nós dele. Precisa do nosso apoio, colaboração e compreensão; precisa do nosso amor, da nossa amizade e de nossas orações, para que Deus lhe dê animo e coragem para seguir confiante e com alegria em sua missão.

Ter um padre em nossa comunidade é uma benção de Deus e isto precisa ser celebrado com muito amor e alegria.

A Comunidade Católica de são José parabeniza o padre João Disner pelo seu aniversário Sacerdotal e pede a Deus que renove diariamente a belíssima vocação a que ele foi chamado e a qual disse SIM.

Deus o abençoe e que Nossa Senhora das Graças o guarde sempre!



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SANTAS MISSÕES CAPUCHINHAS



SANTAS MISSÕES CAPUCHINHAS

Somos os Freis Missionários Capuchinhos, seguimos Jesus Cristo a exemplo de São Francisco de Assis. Nosso carisma é viver em fraternidade como irmãos menores. Outra característica de nosso carisma é a itinerância.
A Província dos Freis Cauchinhos do Paraná e Santa Catarina, há 64 anos conta com o trabalho de uma equipe missionária que faz um trabalho de evangelização itinerante, as "Santas Missões Capuchinhas".

As "Santas Missões Capuchinhas" são um tempo de graça de Deus. Um tempo forte de espiritualidade, de encontro com Jesus Cristo para que a nossa vida seja transformada por Ele. Para que este tempo de graça seja bem aproveitado pelas comunidades, é importante se fazer uma boa preparação. Para isso teremos uma reunião de pré-missão próxima no dia 22 de julho, onde serão passadas as orientações. Mas desde já queremos dizer que antes das Missões será feita uma novena em preparação e que é importantíssimo que todos participem. Tempo de Missão é oportunidade para despertar a missionariedade de todos os cristãos, pois todos os batizados são discípulos missionários.

Esperamos que com as "Santas Missões" aconteça uma renovação espiritual em todas as comunidades. Que as pessoas que aproveitarem a oportunidade se renovem na fé. Que sejam redescobertos os valores cristãos que com o tempo são esquecidos.

Que Nossa Senhora interceda por todas as lideranças e por todo o povo que espera e se prepara para as "Santas Missões Capuchinhas". Em São Francisco e Santa Clara de Assis, Paz e bem!!!




Segue os locais e as datas das Missões:

Paróquia São José
Barra Funda - São Gabriel: 16 a 19/10
São Roque: 16 a 19/10
São Tarcísio: 16 a 19/10
São Sebastião: 16 a 19/10Santa Maria Gorette: 16 a 19/10

Serrinha - Santa Ana: 20 a 22/10

São Cristóvão: 20 a 24/10
Codal - Nossa Senhora Aparecida: 20 a 24/10

Matriz - São José: 20 a 26/10




Paróquia Nossa Senhora Aparecida
Lagoinha - N.S. Aparecida: 30/10 a 01/11
Ponte Queimada – Bom Jesus: 30/10 a 01/11
Santa Luzia – Santa Maria: 30/10 a 01/11

Água Esperança – Santa Bárbara: 02 a 04/11
Santa Terezinha: 02 a 04/11
São Salvador – Imaculado Coração de Maria: 02 a 04/11

Roselito – N.S. Aparecida: 05 a 09/11
Vila Bonita – Sagrada Família: 05 a 09/11
Assentamento – N. S. de Lourdes: 05 a 09/11
Ponte Nova – N. S. das Graças: 05 a 09/11
Assentamento – Cristo Rei: 05 a 09/11

Fazendo Ouro Fino – Santa Rita de Cássia: 10 a 14/11
Km 2 – São Cristóvão: 10 a 14/11
Jacaré – Santa Luzia: 10 a 14/11

Matriz – N. S. Aparecida: 10 a 14/11



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domingo, 27 de maio de 2012

Mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vós dará força



RCC Foz


MAS DESCERÁ SOBRE VÓS O ESPÍRITO SANTO E VOS DARÁ FORÇA



Esta promessa de Jesus Cristo, não foi apenas para uma época e para um determinado grupo de pessoas, ela se estende e se atualiza em nossos dias “Tudo o que o novo testamento escreve a propósito dos carismas que apareceram como sinais visíveis da vinda do Espírito Santo não é mais história antiga apenas, encerrada para sempre: esta história torna-se hoje vibrante de atualidade.” (RATZINGER E MESSORI, 1985). Para muitos cristãos, Pentecostes foi apenas um acontecimento que ficou encerrado no passado e mesmo com a insistência da Igreja para que o Espírito Santo seja melhor estudado e conhecido, muitos ainda vivem na condição dos discípulos de Éfeso “ Recebestes o Espírito Santo, quando abraçastes a fé? Responderam-lhe: Não, nem sequer ouvimos dizer que há um Espírito Santo!”. (Cf. Atos 19,2) Um número expressivo de cristãos da atualidade professam a sua fé nesta condição, mesmo tendo recebido o batismo por meio do sacramento vivem a sua vida como se não houvesse um Espírito Santo. Em uma época marcada por fortes mudanças e pelo apelo de uma sociedade que insiste viver a sua vida sem Deus, assistimos a humanidade tendo sua fé sufocada e nem sempre disposta a buscar no Espírito Santo as forças que em muitos momentos da vida nos falta. A violência, o desemprego, as doenças, a miséria, a corrupção, as injustiças e as desigualdades desorientam o homem de Deus e este sem saber o que fazer e a quem recorrer passa a viver uma vida de abatimento como em outras épocas “Foi isso um motivo de desolação em extremo para todo o Israel. Príncipes e anciãos gemeram, jovens e moças perderam sua alegria e a beleza das mulheres empanou-se. O recém-casado lamentava-se, e a esposa chorava no leito nupcial. A própria terra tremia por todos os seus habitantes e a casa de Jacó cobriu-se de vergonha.”. (Cf. I Mac 1, 26-28). A força que o homem precisa para avançar diante das realidades que o abatem é a atualização da presença do Espírito Santo em sua vida. O homem moderno busca resolver seus problemas fazendo uso de estratégias humanas, porém com facilidade é vencido e os resultados da “derrota” é a decadência da sociedade, do homem e da família. Atualizar a promessa da vinda do Espírito Santo na vida do homem é poder vencer os desafios que a humanidade enfrenta sem perder sua identidade. Assim como o cumprimento desta promessa na vida dos Apóstolos os transformaram em homens de coragem, também em nossas vidas pode surtir o mesmo efeito. Em meio a uma onda de desajustes, descontrole e inquietude no coração do homem, aquele que busca se manter inabalável precisa viver seu perene Pentecostes. Atualizar Pentecostes a cada dia é viver uma vida repleta do “conforto do Espírito Santo”. Que nesta celebração do dia de Pentecostes, o Espírito Santo penetre o coração do homem e o leve a viver com autenticidade a sua vocação de batizado testemunhando em meio as ameaças que sofre que Jesus Cristo e o Senhor!

“Nós vivemos na Igreja um momento privilegiado do Espírito. Procura-se por toda a parte conhecê-lo melhor, tal como a Escritura o revela. De bom grado as pessoas se colocam sob a sua moção” (EVANGELLI NUNTIANDI. N. 75).

Paulo Batista (Coordenador Diocesano do Ministério De Pregação RCC/Foz)



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domingo, 20 de maio de 2012

O destino do homem novo.





DISSE JESUS:

”Quem acreditar na minha palavra e for batizado será salvo, e quem não acreditar, será condenado”.

O DESTINO DO HOMEM NOVO!


Antes de voltar para o Pai. Jesus reuniu os discípulo e confiou-lhes a continuidade de sua missão. “Vão pelo mundo inteiro e anunciem a Boa Notícia”.
Agora é nossa vez. As necessidades continuam, e a missão não pode parar. Deus espera que todo homem e toda mulher, conhecendo sua palavra, busquem seu Reino de amor e de justiça e estejam à sua direita na glória eterna, com Jesus.

Jesus volta ao Pai, mas sem deixar de estar presente no mundo, agindo por meio dos cristãos. Quem se deixa guiar pelo Espirito de Cristo recebe dons e sabedoria para amar a Deus e renunciar ao mal. Acolhemos a palavra, pois a missão de Jesus precisa continuar em cada um de nós.

A celebração semanal da Eucaristia nos lembra nossa missão:

mostrar ao mundo, governado pelo egoísmo, a salvação que vem do amor, do humilde serviço gratuito a todos. “Este mundo dilacerado por discórdias”, só será a mesa de irmãos se a gente fizer “O mesmo que Ele fez naquela Ceia derradeira”, partiu-se em pedaços e dar o sangue pelos pecadores.



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sexta-feira, 11 de maio de 2012

A difícil arte de conviver



Como é difícil a convivência com outras pessoas?

Porque será que é tão complicado viver ao lado de outras pessoas?

Às vezes não entendo o que acontece com relação a convivência com amigos, familiares e até relacionamento com a pessoa que a gente ama.
Diversas vezes faço tudo ao meu alcance para que as coisas deem certo, me dedico a fazer alguma coisa em relação a alguém, e simplesmente parece que tudo dá errado.

Esforço em viver bem e a não fazer nada que prejudique as pessoas a minha volta, mas muitas vezes, estas mesmas pessoas não enxergam isso como eu, e é comum haver sempre palavras que me fazem sentir mal e completamente arrependido de ter feito alguma coisa para essa pessoa.

Muitas vezes escuto coisas que nunca foi dito ou feito, e parece que estou fazendo um grande mal aquela pessoa que quero realmente ajudar.
Muitas vezes magoa e faz muito mal ouvir palavras que desaprovam o que esta sendo feito. Parece-me que quanto mais quero ajudar, mais estou fazendo algo de errado. E quanto mais próxima é a pessoa, mais a situação fica complicada.

Acho engraçadas algumas situações. As pessoas vem te pedir ajuda você se dispõe a ajudar e a fazer o melhor, mas muitas vezes isto não basta. Quanto mais é feito, mais a situação fica difícil.

Não é raro as vezes que você é enganado e é levado a prestar algum serviço achando que esta fazendo alguma coisa por que a pessoa precisa realmente do que esta pedindo. Sendo que mais tarde descobre que foi usado e foi ludibriado em beneficio de alguém.

Muitas vezes aquilo que é feito não é o suficiente para quem esta recebendo a ajuda, sempre ha o que reclamar, sempre a alguma coisa que esta fazendo errado na opinião de quem esta ajudando. Mas ai vem uma pergunta:

Por que a pessoa te pediu ajuda?

Se você ajuda, não esta fazendo tudo que pode, senão ajuda é pior ainda. Quem entende o ser humano?

O que fazer nesta situação?

Realmente não sei, penso em nunca mais ajudar ou fazer qualquer coisa para essa pessoa. Mas ai vem o pensamento em Deus, que você tem que sempre ajudar seu próximo, sempre fazer o bem. Mas confesso que é muito difícil fazer isto, meu coração pede para fazer, mas minha razão e amor próprio não querem.

Por isso, muitas vezes entendo o porquê de algumas pessoas negarem ajuda.
Cansaram de serem usadas para nada, muitas vezes fazendo mais do que deviam e gastando seu tempo para o beneficio de alguém que esta te enganando.

Embora também pense que se você fez de coração e boa vontade, Deus esta vendo e vai te dar sua recompensa pelo que fez. Na realidade é o que Ele acha que importa, fez sua parte e ajudou.

Também não faça nada a ninguém esperando alguma coisa em troca ou levar vantagem. Isto não é ajudar.

E peça a Deus que lhe de compreensão para entender estes problemas, por que no intimo de cada um, sabemos que é muito difícil aceitar determinadas coisas e atitudes de algumas pessoas.

Sentimo-nos traídos, magoados, ofendidos, e às vezes leva tempo para passar estas coisas no coração da gente.
Por mais difícil que seja a convivência, não tem como viver sem ela. Ninguém vive isolado neste mundo.

Embora seja muito complicado passar por estas situações, acho que aprendemos muito com tudo isso, mas que em várias ocasiões dá vontade de chutar o pau da barraca e mais alguma coisa, inclusive a pessoa. Isso dá mesmo!
Só mesmo pedindo a Deus muita compreensão e muita calma, qualidades que precisamos muito.


Marcelo Martins



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