JESUS CRISTO

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SEM JESUS CRISTO NADA SOMOS - NOSSA OBRIGAÇÃO COMO CRISTÃOS - DIVULGAR CADA VEZ MAIS SEU NOME E SEUS ENSINAMENTOS - PORQUE SÓ ELE SALVA

domingo, 22 de julho de 2012

NÃO HAVIA REPOUSO PARA JESUS E SEUS APÓSTOLOS


NÃO HAVIA REPOUSO PARA JESUS E SEUS APÓSTOLOS


Fiel à aliança de amor. Deus acompanha o povo com olhar de misericórdia. Ele expulsa os encarregados que destroem seu rebanho e propõe pastores fiéis que pratiquem o direito e a justiça. O bom Pastor é Jesus, centro da unidade. Nele todos encontram a paz duradoura. Que a Eucaristia nos ensine a ter olhar de compaixão para os que hoje são como ovelhas sem pastor.

Ser bom, justo e verdadeiro são valores do próprio Deus. Assim devem ser seus pastores. Jesus assumiu a missão de realizar o desejo do Pai. Zelar pelo seu rebanho. Movido de compaixão, começou a ensinar sobre o Reino de deus.

DEUS É O SENHOR DA VIDA

Ao chamar atenção das autoridades, Jeremias recupera a imagem de Deus como Senhor Obsoluto da vida e das coisas. ESSE PRINCÍPIO É A FUNDAMENTAL GARANTIA DA JUSTIÇA. Nenhuma autoridade humana é absoluta! O poder verdadeiro é reservado a Deus, cuja ação gera a vida e estabelece a justiça.

A imagem dos pastores, que se desvirtuam de sua missão, revela a fragilidade da autoridade humana. Se esta autoridade não for limitada pelo poder de deus e nem se submeter ao serviço da vida, corrompe-se e torna-se fonte de opressão e sofrimento


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Eu sou Jesus


Eu sou Jesus


Quando nas horas de íntimo desgosto, o desalento te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos, busca-me: "Eu sou aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lágrimas!".

Quando te julgares incompreendido dos que te circundam e vires que em torno há indiferença, acerca-te de mim:
“Eu sou a luz, sob cujos raios se aclaram a pureza de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos!".

Quando te faltar à calma, nos momentos de maior aflição e te considerares incapaz de conservar a serenidade de espírito, invoca-me: "Eu sou a paciência que te faz vencer os transes mais dolorosos e triunfar nas situações mais difíceis!".

Quando a tristeza e a melancolia te provarem o coração e tudo te causar aborrecimento, chama por mim:
“Eu sou a alegria que insufla um alento novo e te faz conhecer os encantos do teu mundo interior!".

E quando, enfim, quiseres saber quem sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta, á flor que desabrocha e á estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda.

Chamo-me AMOR, o remédio para todos
os males que te atormentam o espírito!


EU SOU JESUS!


Fonte: http://www.catequisar.com.br


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domingo, 15 de julho de 2012

Enviados por Deus, missionários do Evangelho


Enviados por Deus, missionários do Evangelho


Celebrando nossa Páscoa semanal lembramos que o seguimento de Jesus acontece nas ações do dia a dia onde somos chamados a trabalhar com desprendimento e disponibilidade, anunciando corajosamente a Boa Nova, sem nos apegarmos a “coisinhas” que muitas vezes podem dificultar a missão. Acolhamos o convite de Jesus e respondamos ao seu chamado, indo ao encontro dos irmãos e irmãs.

Após terem escutado e convivido com o Senhor, os discípulos foram enviados dois a dois para proclamarem a Boa Nova, pregar a conversão e curar os enfermos, sem se apegarem a futilidade, perdendo tempo com coisas que não são essenciais.

Jesus Cristo ontem...


Jesus Cristo chama e envia seus discípulos em missão. Essa experiência missionária deveria acontecer na mais pura gratuidade e com total despojamento, sem dinheiro e só com uma túnica. Teriam de confiar na providência divina e na lei da hospitalidade existente na época. De dois a dois, tinham o ideal de pregar e Palavra para que todos se convertessem , lutar contra todo e qualquer mal e curar os doente. O que esta experiência missionária tem a nos dizer hoje?

Jesus, naquele tempo, chamou e enviou seus discípulos em missão. Hoje, nós somos seus discípulos e discípulas, também chamados e convidados a partir em missão, independentemente de sermos casados(as), solteiros(as), padres ou religiosos(as).


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Benefícios que fluem do Sangue de Jesus


Benefícios que fluem do Sangue de Jesus


O sangue de Jesus nos redime do pecado e do poder das trevas. "No qual temos a redenção pelo seu sangue...” (Ef. 1:7).

Nós não estamos mais sob condenação ou embaixo do medo! Muitas pessoas foram redimidas e justificadas pelo sangue - mas não sabem disso, porque vivem com medo e em condenação. Foi lhes concedida fé no Senhor - mas não entraram na glória de serem justificadas pelo sangue.

O sangue de Jesus comprou toda a igreja de Deus. ”... Para pastoreardes a Igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue" (At.20:28). “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” 1Pe. 1.18,19.

Resgatados significa recomprados.
A humanidade um dia pertenceu a Deus pela criação, mas perdeu-se através do pecado. O sangue de Cristo é o preço de nossa compra ou redenção... O sangue de Cristo fornece uma ligação imperecível entre Deus e o homem.
O sangue de Jesus derrubou todas as paredes. "Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo, chegastes perto. Pois ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um, e destruiu a parede da separação, a barreira de inimizade que estava no meio" (Ef. 2:13-14).

Na verdade, aqueles que foram aspergidos pelo sangue não têm mais paredes. Todas elas desmoronaram!

O sangue de Jesus nos santifica. ”... O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1Jo. 1:7). Isto deveria colocar no seu rosto um grande sorriso de confiança. Você está santificado - completamente aspergido! Esta é uma tarefa contínua do Espírito.

O sangue de Cristo satisfaz a justiça, trazendo paz “E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus.”.

Foi especificamente o sangue que Jesus Cristo derramou na cruz que satisfez a exigência da santidade de Deus, estabeleceu um acordo de paz com aqueles que o receberam e forneceu os recursos para que toda a criação se reconciliasse com Deus.
Jesus Cristo deu a vida divina no sangue para satisfazer todas as dívidas de pecado da humanidade e para restaurar o acordo de paz entre Deus e o homem.
O sangue de Cristo venceu Satanás e o afugentou. "Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro, e pela palavra do seu testemunho e não amaram a sua vida até a morte" (Ap.12:11).

Qual é a palavra do testemunho? É simplesmente esta: “Eu acredito no sangue”! Eu comprovo o poder dominador e vencedor do sangue de Jesus. Essa passagem retrata satanás expulso para a terra confrontando e acusando os cidadãos do reino de Deus.
A arma primária do povo de Deus contra satanás é o sangue do Cordeiro. O sangue de Cristo, o Cordeiro, faz que o povo de Deus prevaleça, pois responde a todas as acusações do inimigo.

O sangue satisfez todas as acusações contra o povo e uniu-nos a Deus.

O sangue nos dá acesso ao Santo dos Santos ao nosso Pai Celestial sem repreensão. "Portanto, irmãos, tendo ousadia para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus..." (Hb. 10:19).


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domingo, 8 de julho de 2012

A Difícil condição do Profeta


A Difícil condição do Profeta



Não é fácil denunciar os erros e as contradições das pessoas e propor as mudanças que se fazem necessárias. Aqueles que se atrevem a isso são ameaçados, perseguidos e até assassinados. Os profetas de Israel e o próprio Jesus experimentaram a difícil condição do profeta. Contudo, depositaram sua confiança em Deus e foram fiéis à missão que Deus lhes confiou.

Em Babilônia, Ezequiel precisou se armar de muita confiança em Deus para denunciar o pecado daqueles que foram a causa do exilio do povo. Jesus foi rejeitado e desprezado por ser de origem simples e humilde. Como reagimos frente aqueles que questionam as ambiguidades de nossas atitudes e comportamentos

A História da salvação sempre contou com a figura polêmica do profeta. Falando em nome de Deus, Fustiga as consciências para que as pessoas se afastem do mal e procurem o bem. Normalmente são vistos como “estraga prazeres”

A vida do profeta é difícil. É difícil proclamar a vontade de Deus num mundo sem vontade de Deus. Temos a certeza que a palavra frágil do homem ou da mulher, que procuram a verdade, tem a forma humana, mas à força é de Deus. Ela tem a força de mudar os corações. Anunciar a palavra de Deus não em proveito próprio, mas de Deus, tem a recompensa de estar unido(a) Deus. Por outro lado, como escreve Paulo, mesmo que tenhamos o espinho na carne, temos de Deus a promessa “basta-te a minha graça”.


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As imagens na Tradição da Igreja


As imagens na Tradição da Igreja


Na Encarnação do Verbo, Jesus Cristo mostrou aos homens uma face visível de Deus, que quis se servir de numerosos elementos sensíveis (imagens, palavras, cenas históricas…) para nos comunicar a Boa-Nova.

Os cristãos foram, então, compreendendo que segundo a pedagogia divina, deveriam passar da contemplação do visível ao invisível. As imagens, principalmente os que reproduziam personagens e cenas da história sagrada, tornaram-se “a Bíblia dos iletrados” ou analfabetos.

As imagens sempre foram usadas por Jesus e pelos Apóstolos como instrumentos eficazes e reveladores da realidade invisível: para anunciar o Reino de Deus usaram imagens de lírios, pássaros, sal, luz, etc., coisas que estimulavam a compreensão do abstrato através de imagens retiradas do mundo concreto. São Paulo também ensina que o Deus invisível tornou-se visível em Jesus Cristo (cf. Cl 1,15).

A controvérsia iconoclasta, inspirada por correntes judaizantes e heréticas nos séculos VIII e IX, que condenava o uso das imagens, terminou com a reafirmação do culto dessas no Concílio de Nicéia II, em 787.

Os Reformadores protestantes rejeitaram as imagens por causa dos abusos do fim da Idade Média; Lutero, porém, se mostrou bastante liberal com as imagens; não as proibia. Ultimamente entre os luteranos a atitude diante das imagens tem sido submetida à revisão. Lutero disse em 1528:
“Tenho como algo deixado à livre escolha as imagens, os sinos, as vestes litúrgicas… e coisas semelhantes. Quem não os quer, deixe-os de lado, embora as imagens inspiradas pela Escritura e por histórias edificantes me pareçam muito úteis… Nada tenho em comum com os Iconoclastas (quebradores de imagens)” (Da Ceia de Cristo).

S. Clemente de Alexandria († antes de 215) dizia que: “O próprio homem é a imagem viva de Deus”, eis o argumento que repete, acrescentando ainda um adágio frequente na Igreja antiga: “Viste teu irmão, viste teu Deus” (Stromateis I 19 e II 15, PG 8,812 e 1009).

Os cristãos foram percebendo que a proibição de fazer imagens no Antigo Testamento era apenas uma questão pedagógica de Deus com o povo de Israel. As gerações cristãs foram compreendendo que a realidade da Encarnação do Verbo como homem, visível, indicava que eles deveriam subir ao Invisível passando pelo visível que Cristo apresentou aos homens. Assim, começaram a representar e meditar as fases da vida de Jesus e a representação artística das mesmas começou a surgir como um meio valioso para que o povo fiel se aproximasse do Filho de Deus.

É relevante notar que já nas antigas Catacumbas de Roma, os antigos cemitérios cristãos, encontram-se diversos afrescos geralmente inspirados pelo texto bíblico: Noé salvo das águas do dilúvio, os três jovens cantando na fornalha, Daniel na cova dos leões, os pães e os peixes restante da multiplicação efetuada por Jesus, o Peixe (Ichthys), que simbolizava o Cristo…

Note que esses cristãos dos primeiros séculos ainda estão debaixo da perseguição dos romanos. E eles faziam imagens e pintavam figuras. Será que eram idólatras por isso? É lógico que não, eles morriam às vezes mártires exatamente para não praticarem a idolatria, reconhecendo César como Deus e lhe queimando incenso. Ora, se os nossos mártires usavam figuras pintadas, é claro que elas são legítimas.

Nas Igrejas as imagens tornaram-se a “Bíblia dos iletrados”, dos simples e das crianças, exercendo grande função catequética. Alguns escritores cristãos nos contam isso.

S. Gregório de Nissa (†394) escreveu:
“O desenho mudo sabe falar sobre as paredes das igrejas e ajuda grandemente” (Panegírico de S. Teodoro, PG 94, 1248c).

João Damasceno, doutor da Igreja, grande defensor das imagens no Concilio de Nicéia II, disse:
“O que a Bíblia é para os que sabem ler, a imagem o é para os iletrados” (De imaginibus I 17 PG, 1248c).

“Antigamente Deus, que não tem corpo nem face, não poderia ser absolutamente representado através duma imagem. Mas agora que Ele se fez ver na carne e que Ele viveu com os homens, eu posso fazer uma imagem do que vi de Deus.”

“A beleza e a cor das imagens estimula minha oração. É uma festa para os meus olhos, tanto quanto o espetáculo dos campos estimula o meu coração para dar glória a Deus” (CIC, 1162).

“Como fazer a imagem do invisível?… Na medida em que Deus é invisível, não o represento por imagens; mas, desde que viste o incorpóreo feito homem, fazes a imagem da forma humana: já que o inviável se tornou visível na carne, pinta a semelhança do invisível” (I 8 PG 94, 1237-1240).

“Outrora Deus, o Incorpóreo e invisível, nunca era representado. Mas agora que Deus se manifestou na carne e habitou entre os homens, eu represento o “visível” de Deus. Não adoro a matéria, mas o Criador da matéria” (Ibid. I 16 PG 94, 1245s).

O Papa São Gregório Magno († 604), doutor da Igreja, escreveu a Sereno, bispo de Marselha, que ordenou quebrar as imagens:
“Tu não devias quebrar o que foi colocado nas Igrejas não para ser adorado, mas simplesmente para ser venerado. Uma coisa é adorar uma imagem, outra coisa é aprender, mediante essa imagem, a quem se dirigem as tuas preces. O que a Escritura é para aqueles que sabem ler, a imagem o é para os ignorantes; mediante essas imagens aprendem o caminho a seguir. A imagem é o livro daqueles que não sabem ler” (epíst. XI 13 PL 77, 1128c).


O Concílio de Nicéia II (787), com base nos sólidos argumentos de grandes teólogos como São João Damasceno, doutor da Igreja, reafirmou a validade do culto de veneração (não adoração) das imagens. O Concílio distinguiu entre Iatréia (em grego adoração), devida somente a Deus, e proskynesis (veneração), tributável aos santos e também às imagens sagradas na medida em que estas representam os santos ou o próprio Senhor; o culto às imagens é, portanto, relativo, só se explica na medida em que é tributado indiretamente àqueles que as imagens representam. Assim se pronunciaram os padres conciliares:

“Definimos… que, como as representações da Cruz…, assim também as veneráveis e santas imagens, em pintura, em mosaico ou de qualquer outra matéria adequada, devem ser expostas nas santas igrejas de Deus (sobre os santos utensílios e os paramentos, sobre as paredes e de quadros), nas casas e nas entradas. O mesmo se faça com a imagem de Deus Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, com as da… santa Mãe de Deus, com as dos santos Anjos e as de todos os santos e justos. Quanto mais os fiéis contemplarem essas representações, mais serão levados a recordar-se dos modelos originais, a se voltar para eles, e lhes testemunhar… uma veneração respeitosa, sem que isto seja adoração, pois esta só convém, segundo a nossa fé, a Deus” (sessão 7, 13 de outubro de 787; Denzinger-Schönmetzer, Enchridion Symbolorum nº 600s).

Note, então, que muito antes da Reforma Protestante, a Igreja já tinha estudado o uso das imagens; isto foi há cerca de 750 anos antes da Reforma.

A sagrada Tradição da Igreja, sempre assistida pelo Espírito Santo (cf. Jo14, 15.25; 16,12-13) sempre reconheceu o valor pedagógico e psicológico das imagens como um auxílio para a vida de oração.

Todos os santos da Igreja, em todas as épocas, valorizaram as imagens. Santa Teresa de Ávila († 1582), ao ensinar as vias da oração às suas Religiosas, dizia:
“Eis um meio que vos poderá ajudar… Cuidai de ter uma imagem ou uma pintura de Nosso Senhor que esteja de acordo com o vosso gosto. Não vos contenteis com trazê-las sobre o vosso coração sem jamais a olhar, mas servi-vos da mesma para vos entreterdes muitas vezes com Ele” (Caminho de Perfeição, cap. 43,1).

Enfim, Deus não proibiu imagens de maneira absoluta; mas proibiu imagens de ídolos para serem adorados. Sabemos que uma meia verdade é pior do que uma mentira. Não se pode interpretar a Bíblia lendo apenas alguns versículos sobre um determinado assunto; é preciso ler todos os versículos da Bíblia que falam do mesmo assunto para que a interpretação seja correta.

O perigo da interpretação fundamentalista é este: fixar os olhos em um único versículo e querer tirar daí uma interpretação definitiva de uma verdade religiosa. Cai-se no erro

Fonte: servosdarainha. wordpress.com/


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Os nove passos para uma oração de cura e libertação eficaz


Os nove passos para uma oração de cura e libertação eficaz


Como fazer uma boa oração de cura e libertação? Essa é uma pergunta que todo fiel deseja saber. O padre e missionário da Canção Nova Vagner Baia ensina os noves passos para você que deseja se libertar e se curar de algum mal. Confira:

Primeiro passo: Coloque a sua confiança em Jesus, Ele é o único libertador.

Segundo passo: Diga ao Senhor: "Eu estou arrependido dos meus pecados e dos meus erros, não quero mais viver assim. Quero ter uma vida nova, quero renascer em seu amor e banhar-me em seu sangue redentor".

Terceiro passo: Orar não é ficar de boca fechada e, sim, pronunciar a renúncia e a oração. O demônio precisa escutar que você está arrependido, isto é, falar em voz alta (não precisa gritar).

Quarto passo: Acredite, tenha confiança, não precisa ficar repetindo todos os dias as mesmas orações de renúncia ou de libertação. Basta uma só vez. Sempre busque coisas novas para renunciar.

Quinto passo: Você precisa saber que o único acusador entre nós e Deus é o demônio. Não é o Senhor quem está perseguindo você e causando-lhe mal.

Sexto passo: Procure crescer no Espírito Santo, encha-se dos dons e dos frutos d'Ele. Assim que renunciar, peça ao Senhor o batismo no Espírito.

Sétimo passo: Consagre tudo a Deus, principalmente seus sentidos (tato, olfato, audição, paladar e visão). Depois, todo o seu corpo, assim também como os seus bens, seus estudos, seus filhos, seu trabalho, seu salário... Peça para que Deus o abençoe e mande anjos para junto de você na sua casa. Peça para que eles combatam todo o mal ali presente.

Oitavo passo: Se possível, jogue água abençoada em seus bens, na sua casa e, na oração, consagre tudo ao Senhor, dizendo que tudo é d'Ele e que você é apenas um administrador desta graça.

Nono passo: Se você tem uma família, faça as orações com ela, é ótimo. O pai e a mãe têm autoridade para renunciar às contaminações dos filhos e toda a herança de maldição da família.

Deus o abençoe! Amém.


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Quem é Maria Santíssima?


Quem é Maria Santíssima?



Mãe de Deus, caminho da salvação...

1. O caminho da salvação
Por meio dela Deus quis que o Salvador viesse a nós. Deus quis precisar de Maria (Gen. 3,15)... ´Ela te esmagará a cabeça´. É por Maria que devemos ir a Jesus, porque Jesus veio a nós por Ela.

2. É Mãe de Deus
Jesus é Deus. E Maria é Mãe de Jesus. Isabel lhe disse: ´A que devo a honra de receber a Mãe do meu Senhor?´(Lc 1,43) Os santos a chamam de Onipotência Suplicante, isto é, pode tudo com as suas súplicas a seu Filho. TEOTHOKOS (Mãe de Deus) (Gal 4,4)

3. É Imaculada (08 de dezembro)
Isto é, foi concebida no seio de sua mãe (Santa Ana) sem o pecado original, que todos os homens herdam dos pais. Maria foi preservada do pecado original pelo sacrifício de Jesus na Cruz. Deus antecipou para Ela a redenção. Para Deus o tempo não é obstáculo. Este dogma foi proclamado pelo Papa Pio IX, 1854, solenemente, e confirmado pela própria Virgem em Lourdes, quatro anos depois, quando disse à menina Bernadete: ´Eu sou a Imaculada Conceição´, em 1858. Maria foi livre do pecado para que Jesus também o fosse; isto é, livre das cadeias do pecado, da morte e de Satanás, para poder vencê-lo e libertar a humanidade escrava.

4. Maria é sempre Virgem
Maria sempre quis ser Virgem, isto é, consagrada inteiramente a Deus. Mas Deus precisou dela para Mãe de seu Filho. Como para Deus tudo é possível, Ele a preservou Virgem perpetuamente. A Igreja ensina que Ela é Virgem antes do parto, Virgem no parto e Virgem após o parto. É uma glória que Deus quis lhe dar. É dogma de fé. É um milagre, que não pode ser entendido pela ciência. (Concílio de Cápua, Itália, ano 381).

5. É a predileta do Pai
Maria foi à eleita do Pai entre todas as mulheres de todos os tempos e lugares. Isabel, cheia do Espírito Santo lhe disse; ´Bendita és tu entre as mulheres´(Lc 1,42). Foi a sua profunda humildade a razão de sua escolha por Deus. Ela mesma nos ensina isto no Magnificat: ´Ele olhou para a humildade de sua serva´(Lc 1,48). Quem se humilha será exaltado, disse Jesus. Ninguém se humilhou tanto como Maria, por isso ninguém foi tão exaltada como Ela. Ela mesma diz: ´Todas as gerações me proclamarão bem aventurada´(Lc 1,48). Sendo Mãe de Deus, o Rei, Ela foi humilde, simples, silenciosa, sofredora... Maria só apareceu nas horas difíceis: Em Caná da Galileia, no Calvário, na fuga para o Egito, no serviço a Isabel, etc... Os humildes são ocultos. Ela é cheia de graça (Lc 1,30 e 28)

6. Maria é a Esposa do Espírito Santo
Ela concebeu Jesus pelo poder do Espírito Santo (Lc 1,35). Ele é seu Esposo. Onde está Maria está o Espírito Santo. Foi Ela que o trouxe em Pentecostes (At 2). Diz São Luiz de Montfort: ´Quanto mais o Espírito Santo encontra Maria em um coração, mais Ele vem a este coração e o santifica´. Deus quis ter Mãe, escolheu Maria, quis ter uma filha especial, imaculada, escolheu Maria, quis ter uma esposa, escolheu Maria. Que glória a de Maria!

7. Jesus foi submisso a Maria e a José
O criador se fez sujeito à sua criatura E ele lhes era submisso (Lc 2,51). Também no céu Maria continua Mãe de Jesus, a quem Ele tem a alegria de obedecer´. São José, depois de Maria, é o santo de maior glória e poder junto a Deus, por ter sido o eleito para pai adotivo (legal) de Jesus.

8. Maria é vitória de Deus contra o mal
Ela esmaga a cabeça da serpente infernal (Gen 3,15). É preciso estar protegido pelo seu manto virginal. É Ela que está arregimentando hoje o seu Exército de filhos fiéis para dar combate aos pecados do mundo: drogas, vícios, prostituição, homossexualismo, violências, ódios, assassinatos, corrupção, etc... É preciso rezar o Terço todos os dias, até o Rosário todo, para ter a força de Maria. Falar aqui sobre a importância do Rosário. Rezando´o, contemplamos a vida toda de Jesus. Em cada Ave´Maria lhes saudamos com a mesma saudação do Arcanjo Gabriel e Santa Isabel, e pedimos que ela rogue por nós.

9. Ela é medianeira de todas as graças
Maria é o canal de todas as graças. Se Jesus, a maior graça, a salvação, veio por Maria, é lógico que as outras graças, que são menores que essa, também vem por Maria. Ela é a Avenida ampla e perfumada que Deus abriu para chegarmos a Ele. Não queira usar outro caminho. As bodas de Caná mostra o poder intercessor de Maria (Jo 2). Explorar isto. ´Pede á Mãe que o ´Filho atende´.

10. Maria é nossa Mãe
Jesus no´la deu como Mãe, na Cruz. Na hora de sua morte, isto é muito significativo. Ela oferecia Jesus na cruz ao Pai, por nós, ao mesmo tempo Jesus a fazia nossa Mãe. De verdade, não só de palavras. (Jo 19,25´27) ler. Ela é a nossa Mãe espiritual. É ela que forma e modela a nossa alma para Deus. Ela nos leva ao caminho da santidade, de modo rápido, fácil, seguro e curto. Ela adocica a nossa cruz de cada dia, como a Mãe adocica o remédio amargo que o filho precisa beber. Leve Maria para sua casa (no seu coração) como São João o fez. Ela o guiará, sustentará na fé, protegerá nos perigos e ensinará na lei de Deus.

11. Maria foi Assunta ao céu (15 de agosto)
Levada ao céu de corpo e alma. Só Ela e Jesus estão com os seus corpos no céu. Os santos só estão com as suas almas. Os corpos só ressuscitarão no juízo final. Maria já ressuscitou, está gloriosa de corpo e alma diante de Deus e intercede por cada um de seus filhos com poder. Ela prepara para nós um lugar no céu. ´Nós somos cidadãos do céu´(Fil. 3,20) disse São Paulo. Maria nos espera lá. É dogma de fé proclamado por Pio XII em 195.

12. Maria é a Rainha do Universo
Veja (Apoc 12,1). É o universo glorificando a sua Rainha. O sol, a lua e as estrelas eram tudo o que os antigos conheciam do universo. A Mãe do Rei é Rainha. Festa celebrada pela Igreja em 22 de agosto. Todo o poder foi dado a Maria abaixo de Deus, no céu, na terra e nos infernos. Todos lhe foram submissos: anjos, homens, demônios.


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