JESUS CRISTO

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domingo, 17 de junho de 2012

O PRESENTE E O FUTURO NA PALAVRA SEMEADA



O PRESENTE E O FUTURO NA PALAVRA SEMEADA
11º Domingo dp Tempo Comum

Jesus falava ao povo usando parábolas. Elas são pequenas comparações tiradas da vida que ajudavam o povo a compreender o mistério da presença do Reino de Deus.

Desse modo Jesus plantava no coração humano a verdade e o modo pleno de viver.

Construir o Reino, em comunidade, é missão de todos que acolhem a Palavra de Deus e se colocam no seguimento de Jesus

Assim é o Reino de Deus que, semeado entre nós pelo Cristo, vai crescendo e tornando-se uma arvore. Mas o amor, a justiça e a verdade não crescem em corações fechados que não acolhem a semente que é a Palavra de Jesus.

>A Palavra

Jesus fala às multidões. Não usa discursos espetaculares e nem palavreado cheio de sabedoria ou beleza literária. Fala das coisas do dia a dia de uma pessoa das aldeias da Galiléia.

Primeiro, com a comparação da semente que morre na terra, brota, cresce e frutifica, ele diz que a coisa tem que vir de dentro para fora e não depende do esforço pessoal. É Deus quem faz brotar, crescer e frutificar. Fala de semente humilde jogada na terra que brota, nasce e cresce sem que o lavrador se preocupe ou faça força. Não há espetáculo, ninguém vê. Deus faz crescer lentamente por noites e dias.

Com força que vem de Deus, que vem de dentro – depois Ele diz – A menor de todas as sementes pode tornar-se um arbusto que dá abrigo para as aves do céu.

Ai o cristão, Igreja, a comunidade, vai agir na sociedade, fora do âmbito religioso.

Com a força de seu compromisso de fé, que cresceu alimentado por Deus, no silêncio da noite, pode abrigar as aves do céu, pode transformar o mundo

O mistério

Eucaristia não pode ser show, não pode ser espetáculo. É celebrar e alimentar-se da entrega que Jesus faz de si mesmo à morte maldita. É, junto dele, na humildade dos pequenos sinais do pão e do vinho, reviver a entrega dele e reforçar a entrega que fazemos de nós mesmos a serviço de todos, na obscuridade do dia a dia, sustentados por aquele que nos fez brotar, crescer, frutificar e dar abrigo.

Pe. José Luiz Gonzaga do Prado

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domingo, 10 de junho de 2012

Jesus não se deixou vencer pelo Demónio


DEUS CONOSCO

A palavra mais perto de você


10º Domingo do Tempo Comum


O Senhor nos chama ao seu serviço e unidos a Ele podemos colaborar na obra da criação, transformação do mundo e da redenção.
Assim, animados e fortalecidos pelo Espirito Santo, seguindo o exemplo de Jesus, deixemo-nos conduzir pela vontade do Pai.
Guiados pela Palavra da Vida, sejamos construtores do Reino de Deus, lutando e procurando vencer as forças do mal.

O Senhor desde a criação, convoca homem e mulher a participar na obra redentora.
No entanto, o ser humano se faz desatento a essa Palavra, deixando-se conduzir pela palavra tentadora da serpente.
Somos hoje fortalecidos pela Palavra e animados por seu Espirito, chamados a realizar a vontade do Pai.


A afirmação da eternidade de Deus leva-nos à concepção fundamental da onipresença divina, isto é, entendemos que Deus está presente em todas as coisas desde o princípio de tudo.
Por esta razão, a fé torna-se uma atitude de aproximação do ser humano em relação a Deus>


O Pecado contra o Espirito

Muitos cristão ficam intrigados com a questão do pecado contra o Espirito Santo, por que veem as coisas na ótica da condenação.
Os textos da Liturgia de hoje ajudam-nos a compreender que a razão humana é capaz de nos levar a Deus. No entanto, quando diante de sua limitação, o ser humano absolutiza sua razão, negando qualquer abertura à transcendência, como no Gênesis, pena que em seus artifícios racionais elimina a presença de Deus.
Assim, o pecado sem perdão não parte de um juízo radical de Deus, condenando a ser humano, mas da recusa do ser humano à presença de Deus, que dá sentido as suas buscas.
Quem nega a misericórdia divina recusa o Espirito santo e jamais poderá experimentar a alegria do perdão.
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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Festa do Corpo e Sangue de Cristo


Paróquia São José Celebra a Festa do Corpo e Sangue de Cristo

A beleza da solenidade deste dia (07/06 – Corpo e Sangue de Cristo) está no amor de nosso Irmão Maior (Jesus Cristo), que doou sua vida pela humanidade.
Nosso Senhor nos deixou como memorial, para que, repetindo seu gesto de partilha de comida e de bebida, tivéssemos a certeza de que Ele, ressuscitado, continua no meio de nós.
De acordo com o que disse padre João Disner (Pároco de São José), “Que todos nós possamos testemunhar publicamente nossa fé em Jesus Cristo”. Assim seja!






Montagem do tapete

Comunidade da Paróquia de São José
participou ativamente

deste grande dia dedicado a Jesus Cristo.








A MISSA




A procissão com o Santíssimo é a expressão pública de nossa fé. Cristo Eucarístico quer caminhar nas ruas de nossa cidade e estender sobre as pessoas a proteção e as bênçãos divinas.












Festa de Corpus Christi


Buscando realçar a presença real de Cristo na Eucaristia e atendendo a visões da Freira Juliana de Mont Cornillon, o Papa Urbano IV institui a festa de Corpus Christi com a promulgação da bula “Transiturus” no dia 11 de agosto de 1264.
A data é celebrada na primeira quinta feira depois da festa da Santíssima Trindade, é para nós católicos uma extraordinária solenidade em honra do Corpo do Senhor.
Nesta data é confeccionado pelos fiéis o Tapete de Corpus Christi para a procissão do Santíssimo Sacramento utilizando-se de materiais como borra de café, farinha, areia, serragem entre outros.
O Código de Direito Canônico (cânon 944) pede para que nesta data haja testemunho público de veneração à santíssima eucaristia em procissão pelas vias públicas. Nesta festa somos levados a refletir nossa relação com a eucaristia e aprofundar a nossa fé neste mistério.
Se da mesma forma como nos empenhamos para a confecção do tapete, nos empenhássemos na participação da Santa Missa e da Adoração eucarística com certeza este sacramento não seria apenas um preceito como tem sido na vida de muitos católicos.
A eucaristia segundo o Papa João Paulo II é o “centro e a vida da Igreja”, logo quem não tem um profundo amor e uma busca perene a este sacramento não possui a vida que se deveria viver.
São Paulo escrevendo aos Coríntios diz que há existência de muitos adoentados, fracos e mortos na comunidade é consequência de se comer e beber sem distinguir o corpo e o sangue de Cristo.
A missa televisionada é sem dúvida uma oportunidade de participar da mesa da palavra apresentada na liturgia, porém não substitui a presença na celebração da eucaristia na comunidade.
Para nós católicos a eucaristia deveria ser mais que um preceito que temos que observar, mas um encontro com o Cristo ressuscitado.
Jesus nos deixou este ensinamento “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”.
“Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue verdadeiramente uma bebida”. (Cf. Jo 6 53-55). O excesso na comida e na bebida tem levado o homem moderno a obesidade e a embriaguez, e para muitos se tornou uma dependência tanto comer muito como beber muito.
Porém o homem esqueceu-se da verdadeira carne e da verdadeira bebida a qual devemos ser “dependentes” para ganhar a vida eterna. Nós católicos temos por fundamento da nossa fé a tradição, a escritura e o magistério.
Uma afirma a outra, e em todas encontramos o apelo à veneração, adoração e participação da eucaristia. “Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações” (Cf. At 2,42).
Uma das características que evidenciaram a vinda do Espírito Santo foi à perseverança na doutrina dos apóstolos, doutrina esta que até os dias de hoje se observa e se conserva na Igreja Católica, assim podemos afirmar que não existe Pentecostes sem a observação da doutrina dos apóstolos e esta doutrina ainda hoje ensina que é mandamento da Igreja “Participar da missa inteira nos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho”.
Que nesta festa de Corpus Christi, sejamos levados a olhar para a eucaristia como memorial, presença e sacrifício de Cristo.
“Quem quer muitas graças deve ir sempre ao sacrário rezar, quem quer poucas graças deve ir poucas vezes ao sacrário, e quem não quer nenhuma graça não deve ir nunca.” (São João Bosco).

Por Paulo Batista
Coordenador Diocesano do Ministério de Pregação da RCC/FOZ


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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Solenidade de Corpus Christi


Solenidade de Corpus Christi



A Igreja celebra Corpus Christi (Corpo de Deus) como a festa de contemplação, adoração, e exaltação, onde os fiéis se unem em torno de sua herança mais preciosa deixada por Cristo, o Sacramento da sua própria presença.

A solenidade do Corpo de Deus remonta o século XII, quando foi instituída pelo Papa Urbano IV em 1264, através da bula “Transiturus”, que prescreveu esta solenidade para toda Igreja Universal.

A origem da festa deu-se por um fato extraordinário ocorrido ao ano de 1247, na Diocese de Liége-Bélgica. Santa Juliana de Cornillon, uma monja agostiniana, teve consecutivas visões de um astro semelhante à lua, totalmente brilhante, porém com uma incisão escura. O próprio Jesus Cristo a ela revelou que a lua significava a Igreja, a sua claridade as festas e, a mancha, sinal de ausência de uma data dedicada ao Corpo de Cristo. Santa Juliana levou o caso ao bispo local que, em 1258, acabou instituindo a festa em sua Diocese.
O fato, na época, havia sido levado também ao conhecimento do bispo Jacques de Pantaleón que, quase duas décadas mais tarde, viria a ser eleito Papa (Urbano IV), deflagrou a decisão do Papa, e que viria como que a confirmar a antiga visão de Santa Juliana, deu-se por um grande milagre ocorrido no segundo ano de seu pontificado: O milagre eucarístico de Bolsena, no Lácio, onde sacerdote tcheco, Padre Pietro de Praga, colocando dúvidas na presença real de Cristo na Eucaristia durante a celebração da Santa Missa, viu brotar sangue da hóstia consagrada. (Semelhante ao milagre de Lanciano, ocorrido no início do século VIII). O fato foi levado ao Papa Urbano IV, que encarregou o Bispo de Orvietro a levar-lhe as alfaias litúrgicas embebidas com sangue de Cristo. Instituída para toda a Igreja, desde então, a data foi marcada por concentrações, procissões e outras práticas religiosas, de acordo com o modo de ser e de viver de cada pais, de cada localidade.

No Brasil, a festa foi instituída em 1961. A tradição de enfeitar as ruas com tapetes ornamentados originou-se em Outro Preto, Minas Gerais e a prática foi adotada em diversas Dioceses do território nacional. A celebração de Corpus Christi consta na Santa Missa, da procissão e adoração do Santíssimo. Lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento, esse povo foi alimentado com o maná do deserto e hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo. Durante a missa, o celebrante consagra duas hóstias sendo uma consumida e outra apresentada aos fiéis para adoração, como sinal da presença de Cristo Vivo no coração de sua Igreja.


Reflexão:

Os católicos tem plena convicção da presença real de Cristo na Eucaristia. Jesus está verdadeiramente presente, dia e noite, em todos os Sacrários do mundo inteiro. Contudo, nos parece que esta certeza já não reside com tanta intensidade no coração do homem moderno. O maior Tesouro que existe sobre a Terra, “que possui o valor do próprio Deus” a Eucaristia, Cristo a deixou para os homens… de graça! Se mesmo na condição de pecadores, assombramo-nos com o descanso a tão valioso Sacramento, impossível assimilar ao sentimento de Deus ante a indiferença dos homens com a Eucaristia.

Portanto ao aproximarmo-nos do Santo Sacrário, tenhamos a confiança de dizer “Meu Senhor e meu Deus”, certos de que ele está ali, Vivo, Real e verdadeiro a ouvir nossas preces e a contemplar nossa fé. E esta fé, é uma formidável bem-aventurança que recebemos de Jesus, por intermédio das dúvidas levantadas por São Tomé, a quem o Mestre disse: “Crestes, porque me viste. Felizes aqueles que creem sem ter visto!” (Jo 21,29).

Padre Ademar Oliveira Lins



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